Sexta-feira, 10 de Julho de 2009

Férias 2009

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Terça-feira, 7 de Julho de 2009

Cinema na cidade


http://www.cineclubeviseu.pt/

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Segunda-feira, 6 de Julho de 2009

Geminação com Cantagalo

A cooperação e o intercâmbio cultural, social, educativo, económico e turístico são os objectivos do protocolo de geminação, cooperação e amizade assinado, sábado, pela Câmara Municipal de Viseu e a Câmara Distrital de Cantagalo.
Os dois municípios comprometem-se a cooperar no desenvolvimento de actividades no "apoio educativo" e a trocar "informações e experiências no âmbito cultural, desportivo, artístico, económico, educacional e turístico", refere o protocolo assinado nos Paços do Concelho. O documento sublinha ainda a responsabilidade das entidades de fazer o levantamento e conservação do património histórico e arquitectónico, como também o intercâmbio de cidadãos de modo a facilitar o conhecimento e reconhecimento recíprocos.
"Esta é uma geminação com pessoas e é isso que nos interessa. Nós queremos uma geminação para as pessoas, que seja sentida pelas pessoas", afirmou o presidente da Câmara Municipal de Viseu, Fernando Ruas. O presidente considerou que esta geminação "não podia acontecer em melhores condições", porque "descobrimos uma ampla população que vive entre nós com ligações a São Tomé e Príncipe".
Assim, o autarca anunciou que está a pensar em construir a Casa de Viseu em São Tomé e Príncipe, projecto que quer pôr em prática, aproveitando a presença das empresas de construção naquele local e de outras entidades com ligação a Viseu de modo que sejam associadas dessa Casa. O objectivo é fazer da Casa "a âncora" de Viseu em São Tomé e Príncipe, sendo entendida como "um prolongamento de Viseu" e uma estrutura que pode servir para "dar corpo" ao apoio da câmara e à ligação entre Viseu e aquele estado.
Esta Casa irá "marcar a presença" de Viseu e "facilitar o entendimento", disse Fernado Ruas, acrescentando que a obra será feita "de forma barata, para que os viseenses que vão a São Tomé e Príncipe se possam rever na casa".Jorge Correia, presidente da Câmara Distrital de Cantagalo, lembrou que as populações de Viseu e Cantagalo já "haviam gerado, por força da história, uma relação que foi esmorecendo, mas não se extinguiu". "Importa, pois, relançar essas relações, reforçá-las e fortalecê-las", frisou Jorge Correia, confirmando a vontade e o desejo de fortalecer a ligação entre os dois municípios e de trazer novos contributos.
O presidente sublinhou que "São Tomé e Príncipe em geral e Cantagalo em particular estão abertos à participação empresarial de Viseu", "em áreas que vão desde a pesca ao turismo, da exploração agrária à construção". Além disso, deixou a sugestão para que os viseenses possam visitar todas as ilhas em parcerias público-privadas.Fernando Ruas reafirmou a expectativa que tem em relação a esta geminação, tendo manifestado vontade de que estes laços sejam efectivos, pois não gostaria que "as geminações fossem apenas para ter uma placa no início da cidade a dizer geminados com e isso não fazemos".
À saída, estava preparada uma surpresa para os convidados que puderam apreciar pequenas actuações de um grupo de gaitas de foles - o Girofoles de Viseu e da Tuna Universitária de Viseu - Real Tunel Académico.
Origem da geminação
A geminação deve-se, em parte, à União Europeia que fez uma maratona histórica no sentido de proporcionar o diálogo entre os países através de geminações e, à semelhança de outros municípios europeus, Viseu fez a geminação com um município africano. Além disso, foi instituído um órgão de cooperação entre as administrações locais e os municípios de todos os Países de Língua Oficial Portuguesa.
Fernando Ruas é o presidente desse órgão e Jorge Correia assume funções no conselho directivo, daí também a proximidade entre ambos os municípios. Esta é a 4.ª geminação que Viseu faz com outras autarquias e, na opinião do presidente, nenhum outro município seria mais indicado para fazer esta geminação com Cantagalo, um distrito da ilha de São Tomé com cerca de 14 mil habitantes.
Texto de Catarina Tomás Ferreira in Jornal Diário de Viseu de 06-07-2009


Cantagalo é um distrito de São Tomé e Príncipe.
Tem cerca de 14 mil habitantes e ocupa uma superfície de 119 km².

Província/Ilha: São Tomé
Sede: Santana
Área: 119 km²
População: 13,258
Densidade:cerca 111/km²
Altitude: Oceano Atlântico (Golfo de Guinea) cerca 5 m (São Tome)sul
Coordenadas: 0°10' N
6°40' E
Código ISO 3166-2: ST-02?
Histórico da população:
1940 7.854 (12,9% da população nacional)
1950 8.568 (14,2 da população nacional)
1960 9.758 (15,2% da população nacional)
1970 9.697 (13,1% da população nacional)
1981 10.435 (10,8% da população nacional)
1991 11.433 (9,7% da população nacional)
2001 13.258 (9,6% da população nacional
in Wikipédia

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Sexta-feira, 3 de Julho de 2009

viseunaturalmente: agenda de 01 a 19 de Julho

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Quinta-feira, 2 de Julho de 2009

Apelo

Pais pedem ajuda para aluno que precisa ser operado a "glaucoma galopante"
A associação de pais da Escola Secundária Alves Martins, de Viseu, está a pedir ajuda para um aluno que precisa de 20 mil euros até dia 8 de Julho, para que possa ser operado a um "glaucoma galopante".
A presidente da associação, Joana Couto de Sousa, colocou a circular o pedido depois de ter sido abordada por alunos de uma turma do 11º ano que precisavam de ajuda na angariação de fundos para a operação de um colega "a quem tinha sido diagnosticado um glaucoma galopante e irreversível, que num curto espaço de tempo lhe havia causado já cegueira total de um olho".
"Após ter estado com a mãe desse jovem, por esta me foi dito que o menor, no espaço de um mês, perdeu totalmente a visão de um olho e do outro apenas possuía 20 por cento", contou. Segundo Joana Couto de Sousa, ao jovem foi diagnosticada "a forma mais séria do glaucoma" e a mãe deste, "após ter ouvido diversas opiniões junto de vários médicos e instituições hospitalares em Portugal, todas elas no sentido de que nada havia a fazer", decidiu ir a uma clínica a Barcelona.
"Nesta clínica privada, foi possível estabilizar a tensão ocular do menor e, embora não existam promessas de cura, existem garantias de que o processo de cegueira completa poderá ser atrasado 3 a 5 anos, mantendo o grau de visão residual que actualmente o menor possui", acrescentou. A cirurgia está marcada para 8 de Julho e custa 20 mil euros, acrescidos de outros gastos como estadia e exames complementares.
Os pais do jovem, que pediram o anonimato, "são pessoas de poucos recursos económicos".
Neste âmbito, a associação de pais pede ajuda para esta causa, através da conta 0036 0102 991000 3149 544, do Montepio, que estará aberta até à véspera do dia da operação.
"Todas as contribuições, por mais pequenas que sejam, são fundamentais para ajudar esta causa, que sabemos que não curará este jovem, mas protelará um estado de escuridão inevitável que um dia se abaterá sobre si", acrescenta Joana Couto de Sousa, fazendo votos para que, entretanto, "a medicina evolua mais rapidamente do que a doença deste menino".
30.06.2009 - Agência Lusa

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Terça-feira, 30 de Junho de 2009

Revitalização do Centro Histórico

texto de Rodrigues Bispo in Jornal da Beira de 25 de Junho de 2009

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Domingo, 28 de Junho de 2009

Verão Caixa'09 em Viseu


video

O Evento
O Verão é a época do ano em que os programas desportivos, culturais, musicais e de entretenimento ao ar livre se intensificam.
O Verão Caixa 09 é um mega-evento desta estação que irá transferir esses mesmos programas para algumas das praias e cidades mais emblemáticas de Norte a Sul de Portugal.
O Verão Caixa 09 vai percorrer um total de cinco cidades durante os meses de Verão, com a missão de levar às pessoas o desporto, actividades variadas e bastante entretenimento para os longos e quentes dias da estação.

Em VISEU
(Zona Desportiva do Fontelo) de 3 a 5 de Julho venha para a rua viver o Verão Caixa 09

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Sábado, 27 de Junho de 2009

Funicular gratuito durante um ano

O engenho mecânico (funicular) que vai ligar a Feira de S. Mateus à Sé, já a partir de Agosto, vai funcionar a custo zero durante um ano. A decisão municipal, anunciada anteontem, visa promover o povoamento do centro histórico.

Os planos da Câmara Municipal de Viseu (CMV) apontam para que aquele meio de transporte comece a funcionar a 14 de Agosto, dia em que arranca a tradicional Feira de S. Mateus.
Gratuito durante um ano, o funicular levará milhares de pessoas para o centro histórico. "Vai ser uma excelente oportunidade de negócio para o comércio. Esperamos que todos os agentes envolvidos tirem proveito e rentabilizem ao máximo esta medida", avisa Fernando Ruas.
O funicular é composto por duas carruagens. Cada uma delas tem capacidade para 50 passageiros (10 lugares sentados) e dispõe de condições para o transporte de pessoas com deficiência.

A ligação de 400 metros entre a Feira de S. Mateus e o largo da Sé, pela Calçada de Viriato, será feita em dois minutos sem contar as paragens. As duas carruagens irão cruzar-se num único ponto onde os carris foram duplicados.
A instalação do engenho mecânico, investimento de 5,2 milhões de euros, foi o último projecto lançado pela Viseu Polis. A sociedade assumiu 70% do custo total. O restante foi financiado, em partes iguais, por fundos comunitários e pela autarquia.
Na mesma reunião do executivo camarário em que foi anunciada a entrada em funcionamento do funicular, foi revelado o fim do crédito às empresas detentoras de helicópteros de combate a incêndios estacionados no Aeródromo Municipal Gonçalves Lobato.
A decisão prende-se com uma dívida de 40 mil euros herdada de 2008. "A empresa contratada para actuar com os helicópteros no combate aos incêndios, que continua a utilizar o aeródromo mas já sem os meios aéreos, ainda não pagou aquele montante", revelou Fernando Ruas, que vai continuar a permitir às empresas que abasteçam, por uma questão de funcionalidade, só que a partir de agora terão de pagar na hora.
Fernando Ruas lembra que a Câmara de Viseu "cumpre a sua parte no apoio ao combate a incêndios" ao permitir às empresas de "helis" que estacionem e operem a partir de uma estrutura municipal. "Já pagámos as obras que são precisas e as horas extraordinárias dos funcionários. Não nos peçam para assumir os combustíveis", ironiza.
A autarquia adjudicou a requalificação da avenida Alberto Sampaio, e anunciou obras no mercado 21 de Agosto. Além da construção de um praça no interior, as entradas serão alargadas.

Texto de Teresa Cardoso in Jornal de Noticias de 27.06.2009

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Sexta-feira, 26 de Junho de 2009

Cinema na Praça D. Duarte

in Jornal do Centro de 26.06.2009

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Quarta-feira, 24 de Junho de 2009

Cavalhadas de Vildemoínhos 2009














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Terça-feira, 23 de Junho de 2009

Estádio Municipal do Fontelo

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Segunda-feira, 22 de Junho de 2009

Verão: Termalismo

Termas do interior
afirmam-se como alternativa à praia e incentivo à hotelaria
De "âncoras" do turismo a atracções não indispensáveis mas com "fortes potencialidades", as estâncias termais do interior do país são, segundo vários autarcas, uma crescente alternativa às praias e um grande incentivo à construção de unidades hoteleiras.
Com um crescimento cada vez mais acentuado a nível do bem-estar, em detrimento dos programas de saúde, o termalismo nacional tem ganho mil novos adeptos por ano, uma tendência para a qual contribuem as termas do interior, geridas por privados e/ou pelos municípios.
As Caldas da Cavaca, em Aguiar da Beira (Guarda), são exemplo de um investimento conjunto de ambos - seis décadas depois da sua abertura, a Câmara adquiriu-as em 1983, recuperou as instalações alguns anos mais tarde e em 2008 constituiu uma parceria público-privada para um projecto de criação de um parque termal, com hotel e outros equipamentos.
A estância reabriu no ano passado durante três meses, conseguindo atrair 500 visitantes, um número que o presidente da autarquia, Fernando Andrade, quer ver aumentado com o alargamento da época termal este ano (Maio-Outubro) e com a unidade hoteleira.

"Estamos a lutar pela construção do hotel, é fundamental para aumentar o fluxo de clientes, mas não tem sido fácil, até porque os apoios estatais têm sido praticamente nenhuns. Depois disso será mais fácil", diz à Lusa Fernando Andrade.
"As Caldas são a âncora do turismo do concelho, daí a nossa grande aposta neste projecto, e estou convicto de que vão trazer muita gente a Aguiar", acrescenta.
Em Idanha-a-Nova (Castelo Branco), as Termas de Monfortinho, as mais interiores do país, já motivaram a edificação de várias unidades de alojamento turístico: "É o local do concelho onde existem mais camas", revela o presidente do executivo municipal, Álvaro Rocha.
Segundo o responsável, as Termas têm a concorrência de outras atracções, como as aldeias históricas, mas isso não as impede de marcar uma "posição cada vez mais forte" na zona, sobretudo desde a sua remodelação, a cargo de privados.
"Nos últimos seis anos a qualidade dos serviços subiu muito, também através de apoios comunitários. As Termas trouxeram uma grande valorização do concelho, embora o número de serviços que lhes são exteriores não sejam tantos como se desejaria, mas temos tudo para ultrapassar os problemas", explica.
Segundo Álvaro Rocha, a proximidade com Espanha faz com que muitos "vizinhos" visitem a estância, encerrada apenas durante parte dos meses de Janeiro e Dezembro.

Para o presidente da Câmara de Viseu, Fernando Ruas, a possibilidade de ter uma época termal extensa, independente da meteorologia, é uma das grandes mais-valias destes equipamentos.
"É uma aposta alternativa ao turismo de praia com a vantagem de poder ocorrer todo o ano. É um sector em grande desenvolvimento, tem trazido muitos utentes", afirma, referindo-se às Termas de Alcafache, geridas por uma empresa familiar.
Fernando Ruas diz que este local poderá não estar entre as primeiras atracções do município e que os seus efeitos não estão quantificados, mas adianta que "tem impacto" no turismo e no comércio local e é um equipamento com "potencialidades e futuro", sendo alvo de vários projectos, como um hotel.


Agência Lusa (22-06-2009)

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Domingo, 21 de Junho de 2009

Cavalhadas de Vildemoinhos: Uma festa sempre nova

Quarta feira, 24 de Junho de 2009
Cavalhadas!...
Em Vildemoinhos já ninguém se lembra do princípio. Não espanta, já que quatro séculos, quase, são volvidos. A primeira festa foi feita para responder a uma promessa que os habitantes de então juraram que se havia de cumprir pelo tempo fora até ao fim do mundo. É uma história antiga que toda a gente sabe. Passou-se na aldeia com velhos moleiros a quem roubavam, noite fora, a água da Ribeira para os moinhos que precisavam de moer.
Diz a tradição que fizeram uma queixa ao tribunal do Rei e que escolheram como defensor o patrono da capela, S. João. Pagariam, se vencessem a causa cometida, com romagem à capela que o santo tinha na Carreira, na margem de Viseu.
Decretou o Rei que as águas do Pavia pertenciam no Verão apenas aos moleiros. E na manhã de S. João fez-se então a primeira Cavalhada. E esta herança que apenas se escreveu no coração, foi passando, ano a ano, memória dos avós, exemplo de pais, preito de honra que ninguém deixa morrer.

Manhã de S. João.
Mordomos a cavalo e o alferes da bandeira correm à capela para cumprir o voto. Voltam depois e regem o Cortejo que há-de atravessar a cidade inteira, tal foi também o prometido. Vêm os moleiros trajando fantasias. Antes vinha o povo com ramos e bandeiras, carroças com a merenda juncadas de flores.

É outro tempo.
Vêm os Tambores, as Filarmónicas, os Ranchos Folclóricos, as Fanfarras, Majoretes, os Gigantes e os Carros alegóricos, um mundo de arte e de prazer para o olhar. A cidade inteira vem à rua para ver. Vem gente de aldeia, aos mil, só porque a festa lhes toca o coração.

Depois há ainda o arraial, o pinheiro a arder e todos a dançar, há missa e procissão. Há a festa, muitos dias, sem parar. Cumprida outra vez a herança dos avós.


Texto de Alberto Correia in Jornal do Centroed. 379, 19 de Junho de 2009

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