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segunda-feira, 15 de junho de 2009

Placas em acrílico indicam percursos alternativos para cidadãos portadores de deficiência

Os cidadãos portadores de deficiência motora podem contar, a partir de agora, com informações que lhes permitem uma maior mobilidade no centro histórico de Viseu
O centro histórico de Viseu já está dotado com informação que ajuda à mobilidade de deficientes motores. Em vários pontos da zona antiga da cidade, foram colocadas placas em acrílico com a planta gravada dos percursos alternativos que os cidadãos podem utilizar. A informação aponta o traçado da zona envolvente, com demarcação a vermelho do percurso mais próximo para ultrapassar os obstáculos - escada ou rampa demasiado inclinada.

"Pretende-se com esta acção, informar todos os transeuntes com qualquer incapacidade motora e inclusivamente, cidadãos com carrinhos de bebés, de trajectos alternativos para evitarem a subida/ descida de escadas, garantindo, assim, uma cidade mais inclusiva", explica a Viseu Novo, SRU - Sociedade de Reabilitação Urbana, empresa responsável pela implementação no terreno do projecto de melhoria das acessibilidades na considerada Área Crítica de Recuperação e Reconversão Urbanística.
De recordar que a SRU informou que vão ser gastos cerca de 100 mil euros na melhoria das acessibilidades na área crítica da cidade.
Uma decisão tomada após ter sido feito um levantamento das barreiras arquitectónicas existentes no centro histórico de Viseu.
Entre os problemas detectados, estão "alguns pavimentos, nomeadamente algumas calçadas mais toscas, o acesso a alguns edifícios ou o facto de existirem ruas sem passeios ou onde este é apenas simbólico", conforme lembrou, na altura, Américo Nunes, presidente da SRU e vice na autarquia viseense.
"Pretende-se promover uma comunidade inclusiva, evitar assimetrias, promovendo a acessibilidade", sublinhou o número dois da edilidade.
Diário de Viseu de 12.06.2009

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Discussão pública sobre o Centro Histórico


Decorrerá hoje, 03 de Abril de 2008, pelas 20h30m, a apresentação pública do "Estudo de Enquadramento Estratégico para a Área Crítica de Recuperação e Reconversão Urbanística de Viseu", elaborado pala Parque EXPO.

A apresentação terá lugar no Auditório do Centro Paroquial e Social S. José, situado na Calçada S. Mateus em Viseu.


A VISEU NOVO – SRU – Sociedade de Reabilitação Urbana de Viseu, S.A., é uma empresa de capitais públicos, da Câmara Municipal de Viseu e do Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU), que tem por objectivo conduzir o processo de reabilitação urbana da Área Critica de Recuperação e Reconversão Urbanística de Viseu, onde se inclui na totalidade a Zona Histórica, ao abrigo do disposto no Decreto-Lei 104/2004 , de 7 de Maio.
Constituída a 15 de Dezembro de 2005 e tendo efectivamente iniciado a sua actividade a 15 de Setembro de 2006, à VISEU – NOVO, SRU cabe o papel de orientar o processo, elaborar a estratégia de intervenção e actuar como mediador entre proprietários e investidores, entre senhorios e arrendatários e, em caso de necessidade, tomar a seu cargo a operação de reabilitação, com os meios legais que lhe foram conferidos.

terça-feira, 11 de março de 2008

Mais estacionamento no centro histórico

Foram ontem apresentados pela Câmara Municipal de Viseu os estudos prévios de dois novos parques de estacionamento subterrâneos a construir nos largos de António José Pereira, por trás do Museu de Grão Vasco, e do Jardim de Santo António, junto ao Teatro Viriato.
Os equipamentos aumentarão em 220 lugares a oferta de aparcamentos numa das zonas "mais sensíveis" da cidade de Viseu. O seu custo global está calculado em cerca de 2,2 milhões de euros.

Os quatro gabinetes de arquitectura convidados pela Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU) Viseu Novo apresentaram propostas para os dois parques. Os documentos e respectivas maquetas serão analisadas na próxima semana por técnicos da autarquia e daquela empresa municipal.


"Feita a escolha da melhor solução, avançaremos para a adjudicação do projecto que deverá ser-nos entregue no prazo de 45 dias. Posto isso, estaremos em condições de proceder à abertura do concurso para o arranque das obras", explicou o presidente da Câmara Municipal de Viseu (CMV), Fernando Ruas.

Por saber ficou, para já, se a entidade adjudicante assumirá no futuro a gestão dos equipamentos.

Cada gabinete de arquitectura preparou duas soluções para cada um dos parques de estacionamento. Todas subterrâneas, à excepção de uma, de superfície, apresentada para o largo António José Pereira. Este equipamento terá duas dezenas de lugares e tem custos estimados de 200 mil euros. Fernando Ruas avisa que o estacionamento neste local, por razões "óbvias", será sempre mais caro "Não queremos os carros ali guardados durante todo o dia. Terá de haver uma rotação. E isso passa pelo preço a praticar".

No largo/jardim Mouzinho de Albuquerque, mais espaçoso, prevê-se um parque com capacidade para 200 lugares. O investimento neste caso eleva-se a dois milhões de euros. As obras integram-se no Plano Estratégico para o Centro Histórico que está a ser desenvolvido pelo Parque Expo, documento que prepara uma resposta global para a Área Crítica de Recuperação e Reconversão Urbanística de Viseu.

Estão ainda previstos mais dois parques para as ruas Capitão Silva Pereira e Maximiano Aragão.

texto de Teresa Cardoso in Jornal de Notícias (11-03-2008)

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Sociedade de Reabilitação Urbana - Viseu Novo

A Sociedade de Reabilitação Urbana - Viseu Novo é uma empresa de capitais públicos da Câmara Municipal de Viseu e do Estado (Instituto Nacional de Habitação) constituída em Dezembro de 2005. Tem como objectivo conduzir o processo de reabilitação urbana da Área Crítica de Recuperação e Reconversão Urbanística (ACRRU) de Viseu, onde se inclui na totalidade o centro histórico.
Um levantamento feito aos edifícios existentes naquela parte da cidade revelou manifestas deficiências, no que se refere a condições de solidez, segurança, habitabilidade e salubridade.
De um universo de 650 imóveis que constituem a ACRRU, verificou-se que 200 deles se encontram degradados. As patologias construtivas mais frequentes são: as humidades, as condensações (provocando o aparecimento de fungos e bolores) e as fissurações.
Entre os objectivos a concretizar pela Viseu Novo estão a melhoria das infraestruturas existentes, a manutenção das habitações, adequando as condições de habitabilidade às exigências da vida moderna, a revitalização das actividades económicas e dos locais de convívio e a reformulação do sistema de trânsito e do estacionamento.
Pretende-se também garantir as condições de segurança, habitabilidade e salubridade nos edifícios a intervir, assegurar os meios de protecção activa e passiva contra incêndios e providenciar suficientes áreas livres e de lazer. Além disso prevê-se também a melhoria do tecido social com vista a incrementar a fixação das populações.
in Diário de Viseu (14-01-2008)

terça-feira, 9 de outubro de 2007

Menos impostos para o centro histórico

Baixar taxas e impostos nacionais para quem vive, ou trabalha, no centro histórico de Viseu é o desafio lançado pela autarquia ao Governo. O objectivo é fazer com que o poder central se envolva na revitalização e recuperação da zona mais antiga da cidade.
A Câmara Municipal de Viseu quer que o governo reduza, de uma forma generalizada, as taxas e impostos cobrados aos proprietários, residentes e comerciantes do centro histórico da cidade. A iniciativa, apresentada pela maioria social-democrata, em reunião do executivo municipal, pretende “envolver” o poder central no esforço de revitalização da “parte velha” da cidade, integrada na Área Crítica de Recuperação e Reconversão Urbanística (ACRRU), definida pelo Dec-Lei 28/2003, de 11 de Junho. No documento, com cinco pontos, são propostas reduções do imposto de selo, IVA, IRC, custos associados aos registos prediais, isenção do pagamento da taxa de radiodifusão, telecomunicações e direitos de autor. Para as pequenas e médias empresas, inseridas na ACRRU, são também pedidos incentivos fiscais e apoios financeiros, alguns a fundo perdido, iguais aos que o governo tem atribuído aos designados “Projectos de Interesse Nacional”, assim como aos grandes grupos económicos e grandes investimentos sedeados na região.
Para o presidente da Câmara de Viseu, Fernando Ruas, “os ministérios da economia e das finanças associavam-se assim à autarquia, que no incentivo á modernização do centro histórico fez aprovar na assembleia municipal a minoração dos valores do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), e tem realizado profundas obras de beneficiação dos espaços públicos da ACRRU”. A proposta foi aprovada com os votos da maioria social democrata e abstenção do vereadores do PS. Os socialistas, que dizem “acreditar na bondade da proposta”, justificam a abstenção com o facto do documento ter sido apresentado durante a reunião, “não havendo por isso possibilidade de fazer qualquer análise”.
Na ordem de trabalhos da mesma reunião estava incluída uma outra proposta, com 25 pontos, apresentada pelos vereadores do PS, também sobre a revitalização do centro histórico. Proposta que foi chumbada pelo PSD. Fernando Ruas diz que “todas as propostas socialistas que sejam apresentadas publicamente, antes de discutidas na reunião de câmara, vão ser sempre chumbadas”. Miguel Ginestal, vereador do socialista, “lamenta esta posição reiterada da maioria”, mas diz estar convencido que, “mais tarde ou mais cedo, vão ter razão, porque as propostas que apresentaram vão ter que se aplicar para garantir uma melhor qualidade de vida no centro histórico de Viseu”.
António Figueiredo in Diário As Beiras (09-10-2007)