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segunda-feira, 10 de outubro de 2011
quarta-feira, 25 de maio de 2011
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
«A FALTA DE FISIOTERAPIA (SNS) EM VISEU»
«A FALTA DE FISIOTERAPIA (SNS) EM VISEU»
Subscreve a petição aqui :
http://www.peticaopublica.com/?pi=P2010N4551
Subscreve a petição aqui :
http://www.peticaopublica.com/?pi=P2010N4551
quarta-feira, 12 de maio de 2010
segunda-feira, 22 de março de 2010
Carta à Secretária de Estado Adjunto da Reabilitação, Idália Moniz
Para: Secretária de Estado Adjunto da Reabilitação
De: João Francisco Campos Assis
Resido em Viseu e sofro de paraparésica espástica dominante familiar que me provoca muitas dificuldades de locomoção e de movimentos no meu dia a dia.
Sempre tive dificuldades de acesso a tratamentos de fisioterapia, dado facto de não haver convenções da segurança social com as clínicas de fisioterapia existentes na cidade.
Há cerca de um ano comecei a desenvolver esforços conducentes à resolução deste problema que afecta muitas outras pessoas que têm necessidade de faz tratamentos aqui no distrito de Viseu, por impossibilidade de se deslocarem a outros distritos. Há pessoas com graves problemas que teriam de se deslocarem mais de 100 km. Neste momento a segurança social está a financiar a minha deslocação à clínica de Medicina Física e Reabilitação de Gouveia,duas vezes por semana de táxi sendo o valor de cada viagem 100.00 euros.
Perante isto dirijo me a v. Ex no sentido de envidar esforços necessários a colmatar esta falha existente no nosso Distrito, onde muita gente necessita de ser tratada convenientemente.
Mais esclareço a V Ex que a Associação de Gouveia acima referida está aberta a propostas relativas à possível abertura de uma clínica na cidade de Viseu, desde que lhe sejam dadas condições para isso.
Junto envio todos os documentos que possuo comprovativos da minha situação e de todo o esforço que tenho desenvolvido até hoje.
Agradeço a compreensão e boa vontade de v.Ex em ser sensível a este problema e consequentemente em tentar que o mesmo seja, resolvido uma vez que este Distrito é o único que não tem protocolos da segurança social com as diversas clínicas que existem.
Com os melhores cumprimentos
Viseu 10 de Março de 2010
João Assiz
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
sábado, 1 de agosto de 2009
Meio milhão de pessoas sem acesso a fisioterapia
Utentes do distrito de Viseu são levados de táxi a outros distritos devido à falta de convenções com privados.
O distrito de Viseu, com quase meio milhão de habitantes, é considerado uma ilha no acesso a tratamentos de fisioterapia. A ausência de convenções com privados faz o Estado pagar táxis para levar utentes fora da região.
Alfredo, Emília e João. Três pessoas que têm em comum, para além da amizade, o infortúnio de padecerem de doenças, ainda que de natureza diversa, que as obrigam a usar bengalas para conseguirem caminhar.
Indisponíveis para aceitarem como "fatalidade" a falta de resposta do Serviço Nacional de Saúde (SNS) para a realização de sessões de fisioterapia na terra onde moram, nomeadamente, de manutenção, estão dispostos a tudo para lutar pelos seus direitos.
"Estamos aqui três, mas poderemos estar muitos mais se for caso disso. O Estado tem de encontrar soluções que nos devolvam alguma da qualidade de vida perdida. Sem que para isso tenhamos de sujeitar-nos a ir várias vezes por semana, de táxi ou de ambulância, e sujeitos a longas esperas, para os distritos de Coimbra ou da Guarda.", reclama João Assis.
João Assiz
O distrito de Viseu, com quase meio milhão de habitantes, é considerado uma ilha no acesso a tratamentos de fisioterapia. A ausência de convenções com privados faz o Estado pagar táxis para levar utentes fora da região.
Alfredo, Emília e João. Três pessoas que têm em comum, para além da amizade, o infortúnio de padecerem de doenças, ainda que de natureza diversa, que as obrigam a usar bengalas para conseguirem caminhar.
Indisponíveis para aceitarem como "fatalidade" a falta de resposta do Serviço Nacional de Saúde (SNS) para a realização de sessões de fisioterapia na terra onde moram, nomeadamente, de manutenção, estão dispostos a tudo para lutar pelos seus direitos.
"Estamos aqui três, mas poderemos estar muitos mais se for caso disso. O Estado tem de encontrar soluções que nos devolvam alguma da qualidade de vida perdida. Sem que para isso tenhamos de sujeitar-nos a ir várias vezes por semana, de táxi ou de ambulância, e sujeitos a longas esperas, para os distritos de Coimbra ou da Guarda.", reclama João Assis.
Paraparésia Espástica. É a doença hereditária degenerativa do sistema nervoso central que afecta a família Assis. Uma doença que pode incapacitar a 100% o sistema motor, sem o acesso regular a fisioterapia. "O distrito não tem essa resposta. Há pessoas com problemas graves na coluna, que vão e vêm todos os dias para Coimbra. Chegam a sair às oito e a chegar às 22 horas a casa", acusa Assis.
As reclamações não param. E atingem transversalmente todas as entidades desde o presidente da República ao presidente da Câmara de Viseu. "Batemos a todas as portas. A exemplo de beneficiários de outros subsistemas, queremos fazer fisioterapia nas clínicas privadas. Sai mais barato ao Estado do que ir de táxi para Gouveia", propõe o utente.
Alfredo Mendes, que em Junho do ano passado ficou a saber que sofre de atrofia muscular progressiva e crónica, fala em discriminação inadmissível. "Na mesma família, dependendo dos subsistemas a que cada um está ligado, há quem pague um euro numa clínica privada e quem só fora do distrito tenha resposta", condena.
Emília Alves está a perder a mobilidade das pernas, devido a erro médico cometido em 1985: "Deixaram-me uma compressa entre a cabeça do fémur e a anca". De operação em operação e prótese em prótese, com a coluna torta, reclama o acesso livre a tratamentos acessíveis que lhe façam a justiça que nunca reclamou.
Texto de Teresa Cardoso in Jornal de Noticias de 25 de Julho de 2009
sexta-feira, 15 de maio de 2009
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Carta Aberta do Assiz

João Francisco Campos Assis, nascido a 23 de Junho de 1956, natural da freguesia de Cedovim, concelho de Vila Nova de Foz-Côa, distrito da Guarda, filho de Eduardo Assis e de Bárbara do Nascimento Campos, portador do B.I. nº 4429024 e do contribuinte nº 102419191, casado e residente na rua Dr. Álvaro Monteiro, lote 11, 4º dt. ,3510-014 em Viseu, vem expor o seguinte: Após ter trabalhado durante 35 anos na mesma empresa no ramo farmacêutico, foi despedido por motivos relacionados com a necessidade de redução de funcionários.
Padece de uma doença degenerativa do sistema nervoso central - Paraparésia Espástica dominante familiar - altamente progressiva e incapacitante a nível motor até aos 100%, doença que afectou e afecta outros membros da família.
A doença desta família tem sido objecto de estudo há mais de doze anos, primeiro num laboratório de um centro de genética em Paris, a pedido do departamento de Neurologia do Hospital de Santo António, no Porto.
Devido ao encerramento desse Instituto, o estudo passou a processar-se no Porto, na Faculdade de Medicina. Apesar dos avanços obtidos, está ainda longe a sua conclusão. Tem sido acompanhado por médicos Neurologistas que, além da medicação diária, recomendam fisioterapia frequente, afim de retardar os efeitos da doença. Não tendo meios financeiros para custear essas sessões de fisioterapia, tentou, através da Segurança Social, obter tratamento adequado e financeiramente acessível e, como resposta, foi-lhe dito que o poderia fazer gratuitamente, desde que aceitasse deslocar-se de ambulância a uma localidade que dista cerca de 70/80 km..
Acontece que em Viseu existem diversas clínicas de fisioterapia registadas na ERS - Entidade Reguladora da Saúde e licenciadas pela Direcção Regional de Saúde que mantêm acordos com a ADSE, PT/ACS, SAMS, SSCGD, AdvanceCare, Sindicatos e Companhias de Seguros, dispostas a assinar um protocolo com a Segurança Social a exemplo desses que já têm.
Ora de duas uma. Ou todas essas entidades delapidam dinheiro privado ao manterem esses protocolos ou é a Segurança Social que malbarata fundos públicos em transportes desnecessários para distâncias consideráveis quando o mesmo tratamento podia ser feito localmente e sem essa componente de custo que é o transporte de doentes.
Qual será o sistema mais lógico, mais humano e mais justo? Pagar a um motorista, a uma ambulância e a uma clínica fora da cidade, ou assinar um protocolo com uma clínica da cidade poupando noutros gastos? O que move o signatário não é apenas o tratamento absurdo e pouco dignificante que é dado ao seu caso pessoal.
É também o cumprimento de um dever de cidadania que, pelos vistos não preocupa os responsáveis: combater a delapidação de dinheiro que é de todos nós. O assunto foi recentemente tratado pela estação de televisão SIC (http://www.sic.pt/online/video/informacao/Nos+Por+Ca/2009/3/filhos-e-enteados.htm), local onde pode ver-se o desconchavo das soluções preconizadas pelo responsável da Segurança Social distrital.
Entretanto, enquanto espera pela solução, a paraparésia vai ganhando terreno.
Viseu, 23 de Março de 2009 João Assis
Enviado para os nossos governantes e opositores
Enviado para os nossos governantes e opositores
Aguardo resposta
João Assis
Recebemos esta carta do Xico Assiz em sequência do nosso post (http://baroesdaseviseu.blogspot.com/2009/03/assiz.html) sobre a reportagem transmitida na SIC. Todos nós podemos colaborar comentando a mesma reportagem em http://www.sic.pt/online/video/informacao/Nos+Por+Ca/2009/3/filhos-e-enteados.htm .
quarta-feira, 18 de março de 2009
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