sábado, 17 de maio de 2008
domingo, 4 de maio de 2008
13.º Encontro
No dia 10 de Maio de 2008, com a Sé por fundo, pela décima terceira vez, iremos brindar à Nobreza da amizade!
“Puro pretensiosismo!” - Pensarão alguns...
“Barões? Ainda por cima da Sé? Quem pensarão estes gajos que são?...”
Se há algo que os Barões da Sé são é pretensiosos!
E orgulhosos...
Ou melhor; realistas!...
A Sé de Viseu foi algo que nós vivemos, usufruímos, comungámos, preservámos. E foi – e será - um cenário esplendoroso para todos nós quando nos abeirávamos das janelas das casas onde nascemos! E crescemos!
A Sé é, portanto, nossa! E de todos os que a visitam na colina onde, todos nós Barões, deixámos raízes...
Quanto aos Barões!
Porque esperar por uma herança nobiliárquica de família, se todos nós nunca a teremos?
Somos Barões porque partilhámos algo que hoje rareia nas cada vez mais inumanas torres de betão!
Somos Barões porque partilhámos uma rua, uma calçada, uma escadaria, uma bola, um baralho de cartas, uma ida à piscina nas manhãs domingueiras, uma piada, um cigarro, uma asneira, uma travessura, uma conversa, um namoro, uma briga, um cachaço, uma amizade!...
É isso que nos une! Uniu, une e unirá! Uma amizade para a vida! Quem a tem só poderá ser Barão! Ou até Rei de um reino de sorrisos, abraços e conversas em reencontros que se repetem há 13 anos...
Alguém duvida da justeza do título?
Abram alas aos Barões!
Os “Barões da Sé”...
terça-feira, 9 de janeiro de 2007
quarta-feira, 13 de dezembro de 2006
Sede do Grupo Juventus
sexta-feira, 8 de dezembro de 2006
sexta-feira, 27 de outubro de 2006
segunda-feira, 16 de outubro de 2006
Viriato lusitano era aristocrata
Viriato, o lendário defensor das liberdades lusitanas, seria um aristocrata e não um simples guardador de rebanhos, segundo uma nova biografia, assinada por um historiador espanhol.In Jornal de Noticias 16 de Outubro de 2006
http://jn.sapo.pt/2006/10/16/sociedade_e_vida/viriato_lusitano_aristocrata.html
quinta-feira, 5 de outubro de 2006
Mirita Casimiro
O Largo das Escadinhas da Sé, o campo de futebol e de todas as brincadeiras dos Barões da Sé, foi até principios do Séc. XX, a Cavalariça da Familia Casimiro.
Mirita Casimiro - a “Maria Papoila” !
Em 10 de Outubro de 1914 nasceu, em Viseu, Maria Zulmira Casimiro de Almeida. O seu pai foi o famoso cavaleiro tauromáquico José Casimiro. Os seus irmãos Manuel e José eram praticantes da mesma arte. Apesar de ter ficado para a posteridade como a “Maria Papoila” a nossa conterrânea foi muito maior nos palcos, onde se estreou profissionalmente em 1935, na revista “Viva a Folia”, cantando alguns números e integrada na Companhia de Maria das Neves, no Teatro Maria Vitória. Já desde miúda que cantava e encantava a família e os amigos. Em Lisboa conquistou o público ao interpretar canções tradicionais da Beira Alta, envergando a capucha castanha, feita de burel, das serranas e exibindo a pronúncia da região de Viseu. No ano seguinte fez um aplaudido travesti na peça “João Ninguém” e rapidamente obteve sucesso em revistas e operetas. Em 1941 casou com Vasco Santana e formou uma dupla de enorme êxito. Alguns anos mais tarde e depois de uma dolorosa e algo escandalosa separação, a nossa Mirita, passou a ser mal vista, no meio teatral e a sua carreira começou a desmoronar-se. Em Março de 1956 tentou a sua sorte no Brasil, para onde foi trabalhar e viver, sem grande nota. No ano de 1964 voltou a Portugal para trabalhar no Teatro Experimental de Cascais. Em Janeiro de 1966, inaugurou uma nova fase do seu trabalho, estreou-se em “A Casa de Bernarda Alba”, de Frederico Garcia Lorca. Voltou ao teatro mais popular e apesar de ter participado em vários projectos vocacionados para a fazer brilhar, “A Maluquinha de Arroios” – 1966 e “O Comissário de Polícia” – 1968, não conseguiu recuperar o anterior fulgor. A fatalidade bateu-lhe à porta, em 12 de Novembro de 1968, no Porto onde sofreu um grave acidente de viação. Impossibilitada de volta ao palco e deprimida acabou por desistir de viver, em 25 de Março de 1970, na sua residência em Cascais.
O filme “Maria Papoila” estreou-se em 15 de Agosto de 1937, no São Luís, em Lisboa:
“(...) Nessa história da pastora beirã que vem para sopeira em Lisboa, Leitão de Barros, consegui, em grande parte devido à genial criação de Mirita Casimiro (...), um retrato admirável da oposição do mundo rural, mundo da pequena burguesia urbana, com pinceladas fulgurantes para o microcosmos dos grandes pilares da ordem portuguesa de então: a família (quer da casa de Maria Papoila quer na do namorado), o exército (o rapaz dela é magala) e a Justiça, com a magistral sequência em que Maria Papoila se apresenta no Tribunal para salvar o magala, com o sacrifício da sua “honra”.” João Bénard da Costa, in “Histórias do Cinema”, I.N.C. Moeda, 1991.
O filme termina no “quimboio” com o regresso à serra da Maria Papoila “mai´lo” seu “conbersado”, o magala Eduardo, o seu “Binte e Nobe”, e com a canção de Alberto Barbosa, José Galhardo e Vasco Santana, com música de Raúl Ferrão que soa assim: Despedi-me das obelhas/Do meu pai, das casas belhas/Do lugar onde eu nasci (...)
Mirita Casimiro foi casada com o também actor Vasco Santana.
terça-feira, 12 de setembro de 2006
terça-feira, 15 de agosto de 2006
domingo, 4 de junho de 2006
quarta-feira, 24 de maio de 2006
Porquê "Barões da Sé"?
O nome “Barões da Sé” foi-nos atribuído pelo jornal Notícias de Viseu, há 26 anos, quando deram a notícia que um grupo de jovens tinha sido apanhado no Parque Aquilino Ribeiro a tomar banho (com pouca roupa) no lago.Dia em que estivemos detidos na Polícia de Segurança Pública até às 02h00 da madrugada e pagámos uma multa de 185 escudos cada um.
Nesta altura já se falava de um grupo de jovens e crianças que eram os «donos» da parte da frente da Sé Catedral.
O nome "Barões da Sé" foi no sentido depreciativo. Hoje é de orgulho.
Com pouco mais de uma dúzia de anos éramos conhecidos pelas brincadeiras e partidas que fazíamos à vizinhança e em toda a zona.
“Ao contrário do que se possa pensar as nossas brincadeiras eram saudáveis, com o máximo de civismo e educação” referiu um dos Barões ao Jornal do Centro em 2004.
terça-feira, 2 de maio de 2006
Os Barões da Sé
Acácio Carvalho Homem
Adelino Figueiredo
Álvaro
António Augusto «Tó»
António Carlos Mota (Maninga)
Armando Quintiliano Matos
Bruno Nascimento
Carlos «Amadeu»
Carlos «Fresquinho»
Carlos Lourenço
Carlos Monteiro
Carlos Teixeira (Camon)
Cláudio Araújo Correia
Daniel «Fresquinho»
Domingos Martins
Eduardo Figueiredo
Eduardo Matos
Fernando Marques
Fernando Prata
Fernando Sá Neves
Hugo Pais
João Figueiredo
João Nascimento
João Pedro
Jorge «Bareta»
Jorge Pais
Jorge Viegas «Démau»
Jorge Vítor Araújo
José António Castro
José Cardoso
José Carlos Araújo
José Carlos Pacheco
José Teixeira
Luís «Bandido»
Manuel Valor «Manelito» (falecido)
Miguel Rebelo
Né Valinho
Nuno Lobo
Patrício
Paulo Caessa
Paulo Pacheco
Paulo Valor
Rui Andrade
Tiago Nascimento
Tó Lourenço
Vítor Almeida
Vítor Santos
Zé - Tó









