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quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Sondagem: Em quem vota para Presidente da Câmara Municipal de Viseu?

O nosso blog está a promover uma sondagem sobre as próximas eleições autárquicas para Presidente da Câmara Municipal de Viseu. 

Em quem vota para Presidente da Câmara Municipal de Viseu?

(faz o teu voto no menu do teu lado direito)



segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Deslocamento da Loja do Cidadão volta à estaca zero

   Estará a chegar ao fim uma antiga discussão relacionada com a decisão de transferir a Loja do Cidadão de Viseu para a zona histórica da cidade? A medida visava atrair pessoas e recuperar a dinâmica de outros tempos no centro de Viseu. A esperança, embora cada vez mais diluída, foi-se mantendo, mas o presidente do Instituto para a Gestão das Lojas do Cidadão, Hélio Borges Maia disse esta semana que não está a ser equacionada a transferência da loja de Viseu para o centro histórico, porque onde funciona actualmente é o local indicado.
   O anúncio sem meias palavras fez cair por terra um projecto de intenções que surgiu em finais de 2008, quando o então secretário de Estado do Comércio manifestou abertura em relação à instalação da loja no centro histórico. A deixa foi aproveitada de imediato pela Associação Comercial e pelo Movimento de Cidadãos pelo Centro Histórico, com uma intervenção na Assembleia Municipal pedindo "convergência" entre a sociedade civil e forças políticas.
   O presidente da Câmara, Fernando Ruas viu igualmente com bons olhos a transferência e sugeriu de imediato a antiga sede dos Bombeiros Voluntários de Viseu, situado entre a Rua do Comércio e a Rua D. Duarte, edifício que a autarquia veio a adquirir mais tarde.
   A "luta" pela deslocalização da Loja do Cidadão de Viseu, entroncando num trabalho mais alargado de tentativa de revitalizar o centro histórico, seguiu-se com uma manifestação dos comerciantes. Pela primeira vez na história da cidade, os comerciantes fecharam as suas lojas meia hora mais cedo, no dia 2 de Março de 2009 e reuniram-se no Mercado 2 de Maio para reivindicar aquilo que acreditavam ser a "loja âncora" que iria ajudar a travar a desertificação daquela zona da cidade.
   "Tenho a confirmação que todas as forças vivas estão disponíveis para lutar por esta causa. Quando assim acontece não pode haver recuos", sublinhou o presidente dos comerciantes, Gualter Mirandez. E os apoios chegaram dos partidos políticos, deputados e outros organismos locais, mas um ano depois volta tudo à estaca zero.
  
Jornal do Centro, ed. 409, 15 de Janeiro de 2010



Movimento de Cidadãos toma posição em breve


    "As declarações são despropositadas. É muito deselegante desautorizar as declarações de um secretário de Estado. Estão a desautorizar um lugar político e esta questão é eminentemente política, não pode ser resumida a números. Os números são importantes, mas a decisão é necessariamente política, que devia ter sido levada em conta nas declarações. Para o Movimento de Cidadãos, a questão que continua a ser preocupante é que, mais uma vez, Viseu fica mal numa decisão do Governo. Vamos tomar uma posição muito em breve que mostrará o enorme descontentamento que esta decisão trouxe a todos os viseenses, em particular aos comerciantes e moradores da zona histórica".

Alexandre Azevedo Pinto
Porta-voz do Movimento de Cidadão de Viseu
Jornal do Centro, ed. 409, 15 de Janeiro de 2010



Câmara responde com saída da Loja do Cidadão


   "A Câmara é que vai dar já a resposta ao senhor presidente da Loja dos Cidadão. A resposta é retirar imediatamente os nossos serviços e transferi-los para o centro histórico (Travessa Senhora da Piedade). Portanto, nós vamos cumprir aquilo que prometemos aos viseenses, vamos transferir os serviços. Já temos local e vamos fazê-lo de imediato, mesmo que tenhamos que cumprir compromissos que celebrámos. Não se compreende ouvir dizer o presidente da Loja do Cidadão que o secretário de Estado não titulava a área. O que é que isso interessa? Não era membro do Governo? Generaliza-se com tanta facilidade as autarquias e um membro do Governo não compromete o próprio Governo, apenas por não ser da tutela? Disse o que lhe ia na alma e muito bem, pelos vistos o Governo é que não tem nenhuma sensibilidade para a transferência da Loja do Cidadão".

Fernando Ruas
Presidente da Câmara Municipal de Viseu
Jornal do Centro, ed. 409, 15 de Janeiro de 2010


Associação Comercial não vai baixar os braços


"Lamento que o Governo se esteja a defender com um problema economicista. Há milhares de milhões envolvidas para salvar bancos, grandes empresas e empresas públicas e para fazer uma transferência de uma Loja do Cidadão, quando o presidente da Câmara apresenta um projecto económico que pode ser realizado a médio prazo, o Governo não atende. O caminho é acima de tudo sensibilizar a opinião pública para a problemática. Uma opinião pública esclarecida tem que defender esta nossa reivindicação. Já que todos os grupos parlamentares estiveram de acordo com a nossa posição e até o Grupo Parlamentar do PS, algumas vezes, se manifestou em nossa favor, há que continuar para que se veja que tipo de cidade querem para o futuro".

Gualter Mirandez
Presidente da Associação Comercial do Distrito de Viseu
Jornal do Centro, ed. 409, 15 de Janeiro de 2010

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Fernando Ruas reeleito

ilustração : Blog Viseu, Senhora da Beira

1.º PSD (Fernando Ruas) - 32.450 votos - 7 Vereadores

2.º PS (Miguel Ginestal) - 13.752 votos - 2 Vereadores

3.º CDS/PP (Mendes da Silva) - 2.740 votos

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

O que Viseu produz em inovação e tecnologia

Num ambiente económico de grande pressão e de instabilidade, a inovação é um factor de sobrevivência das empresas". Esta é a opinião do presidente da Associação Empresarial da Região de Viseu (AIRV), João Cotta, justificando que a Expotec - Tecnologias e Inovação, volta a fazer sentido, um ano depois de ter surgido pela primeira vez, onde a investigação e o desenvolvimento tecnológico se apresentam como factores de diferenciação entre empresas. "Só a diferenciação é que nos permite sobreviver em termos empresariais", reforça.

Cinquenta empresas e instituições vão mostrar, entre 16 e 19 de Outubro, o que de melhor se faz na região de Viseu ao nível da investigação e das tecnologias.
A segunda edição da Expotec, a decorrer no pavilhão Multiusos em Viseu, é promovida pela AIRV, pela Escola Superior de Tecnologia de Viseu (ESTV) e pela Expovis - Promoção e Eventos, com o apoio da Câmara Municipal de Viseu.
A Expotec surge como uma oportunidade única para as empresas da região apresentarem os seus projectos e estabelecerem unidades de negócio. Da robótica à biotecnologia, haverá um conjunto de áreas específicas ali representadas. O certame divide-se em três componentes principais: uma mostra de investigação e desenvolvimento tecnológico das empresas e das instituições de ensino superior da região, um espaço de conferências (ver página ao lado) e uma exposição interactiva nos domínios científico e tecnológico numa tentativa de motivar a curiosidade científica dos jovens.

João Cotta frisou que o distrito de Viseu "tem um tecido empresarial diversificado" e, apesar de haver "alguns sectores com dificuldades", a região "tem a felicidade de dispor de bastantes empresas pujantes e que servem de locomotora para a região".
O empresário descreve três tipos de empresas na região: as lideres de mercado, um grupo de menor dimensão que procura implementar boas práticas de gestão e, depois "uma facha larga que necessita de um grande investimento em termos de capacidade de gestão".
Apesar desta diversidade, as várias instituições reconhecem que o distrito tem vindo a investir na inovação e nas novas tecnologias. De acordo com os dados da ESTV, Viseu estará em oitavo lugar comparativamente ao resto do país. O economista e professor da ESTV, Alfredo Simões, admite que depois dos sete mais industrializados (Lisboa, Porto, Braga, Aveiro, Setúbal, Coimbra e Leiria) surge Viseu. "Temos um tecido empresarial pujante, que vai trazer novas tecnologias, que vão contribuir para o desenvolvimento económico e social da região", reforça o presidente da ESTV.

A Câmara Municipal de Viseu, que se apresenta como uma parceira neste projecto da Expotec, considera este incentivo ás empresas para apostarem nas novas tecnologias "muito importante para o desenvolvimento do concelho", como explica o vereador Hermínio Magalhães, adiantando que "do ponto de vista da juventude é importante a aquisição de competências nas áreas das tecnologias.
Na feira, a autarquia vai mostrar o que está a fazer no domínio das novas tecnologias da educação: "é uma área fundamental para nós, que representa o segundo maior investimento em termos de grandes opções de plano da Câmara de Viseu".



Texto e foto de Emilia Amaral in Jornal do Centro, ed. 343, 10 de Outubro de 2008

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

"Não se lembra? deixe-me recordá-lo"

Faz precisamente hoje meio ano (seis meses, como tempo passa!) que a Câmara Municipal de Viseu (CMV)resolveu apresentar aquilo que tinha prometido discutir: um estudo que encomendou à ParqueExpo, o agora famoso Estudo de Enquadramento Estratégico da Área Crítica de Recuperação e Reconversão Urbanística.

E assim, porque me lembrei da "efeméride"; e porque o problema do nosso Centro Histórico é um problema de toda a cidade, de todos nós; e porque não houve o debate que nos prometeram e porque temo que este assunto caia no esquecimento, resolvi assinalar a data.

Foi no dia 3 de Abril, por volta das 20h50, no Salão da Paróquia de S. José que fomos agraciados (nós os cerca de 170 expectantes munícipes) com um simpático vídeo, porque "é o final do dia e as pessoas estão cansadas", onde em cerca de 15minutos, no mais exemplar estilo sócretino do "powerpoint" nos foi apresentado "O Estudo". E com pompa e circunstância, como manda o figurino. Na mesa de honra: um senhor, que não me lembro quem seja; outro senhor, de que não recordo o nome, mas que representava o IRU; o senhor Presidente do Conselho de Administração da Parque Expo; o senhor dr. Américo Nunes, na sua qualidade de presidente do Conselho de Administração da SRU-Viseu Novo; o senhor presidente da CMV, o dr. Fernando Ruas e por fim a senhora arquitecta Margarida Henriques, da CMV.

Muita coisa me ficou daquela noite. Destaco duas.

Primeira: a convicção do senhor presidente da CMV de que estávamos perante "o primeiro documento à séria que temos em relação ao centro histórico, com uma visão de conjunto (…) nós já fizemos muitas coisas no centro histórico, mas nunca tivemos uma visão de conjunto e [por isso] queremos levar à prática esse estudo". Surgiu-me logo a pergunta, que se mantém até hoje: Então, durante estes dezoito anos, se não foi com uma visão de conjunto que realizaram as várias intervenções, com que visão o fizeram???!!!

Segunda: e saber que se há bicho que o dr. Américo gosta, são as estrelas-do-mar – "é que se eventualmente cortarem um braço à estrela-do-mar, esse invertebrado tem a possibilidade de regenerar um novo braço. Na maioria das espécies não há casos semelhantes". Mas, talvez não seja um gostar genuíno. O bicho foi chamado para a patética "analogia" com o centro histórico: "onde alguns braços foram tocados, foram parcialmente amputados" agora é "preciso arranjar energia, informação para que esses braços se regenerem (…) foi por isso que criámos a SRU Viseu Novo".
Caro dr., a analogia – relação de semelhanças entre coisas diferentes, não serve aqui: a estrela-do-mar auto-regenera o bracito, o centro histórico só o regenerará com a ajuda de todos nós. O argumento que utilizou é falacioso e tem nome: "falácia da falsa analogia."
As palavras do dr. Américo são bonitas e fazem parte da cartilha de qualquer político que se preze: "Nós não queremos apenas reabilitar o espaço público (…) o que nos interessa é atrair para o centro histórico mais e mais pessoas, por isso a componente social é extraordinariamente importante e damos nós realmente uma grande atenção a essa componente".

Eu esperava, e espero, que sim, mas com esse "Estudo" no qual têm grande "segurança" e que vos "permite avançar na direcção certa" com tão "grande confiança", não o creio. Mas, isso ficará para uma próxima crónica.

Artigo de Opinião de FERNANDO FIGUEIREDO in Jornal do Centro, ed. 342, 03 de Outubro de 2008

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Parque do Pavia muda as margens

A Câmara de Viseu abriu à fruição do público, na noite de segunda-feira, o Parque Linear do Pavia. Dois quilómetros de zonas verdes que acompanham o troço urbano do rio, despoluído, entre a casa da Ribeira e os moinhos da Balsa.
A que é considerada a obra mais emblemática do programa Polis, na cidade de Viseu, implicou um investimento de 3,6 milhões de euros. Dinheiro aplicado na requalificação de uma área urbana de sete hectares, distribuída pelas duas margens do Pavia, que incluiu a limpeza do leito do rio, a regularização e jardinagem das margens e a instalação de mobiliário urbano de qualidade.

Participaram na abertura do equipamento os presidentes da ParqueExpo e da Câmara Municipal de Viseu (CMV). Para o autarca viseense, Fernando Ruas, a intervenção de fundo levada a cabo no Pavia (e que só ficará concluída quando novos açudes garantirem um fluxo regular de água durante os 365 dias do ano), nem chega a ser uma restituição do recurso hídrico à cidade.
"Estamos a devolver o rio aos viseenses com juros pelo tempo de espera. Na verdade, o Pavia, mesmo nos tempos em que não estava poluído, nunca foi o espaço aprazível que hoje disponibilizamos. Uma zona verde, iluminada, onde poderão fazer-se caminhadas com a garantia, inclusive, de segurança nocturna", explica o autarca, que realça ainda a recuperação dos antigos moinhos da Balsa em Centro de Monitorização e Interpretação Ambiental.

Ainda anteontem, abriu também o Parque da Radial de Santiago. Uma área de 7,5 hectares, localizada entre a rotunda de Santiago e a Casa da Ribeira, onde foram investidos 1,9 milhões de euros. Ali irá funcionar, dentro de alguns meses, a feira semanal de Viseu.
"A mudança dos feirantes para o novo espaço vai demorar um ano ou um ano e meio, porque os técnicos defendem que o terreno necessita de consolidação", explica Fernando Ruas. O autarca discorda que se associe aquele espaço apenas à feira semanal. "Na verdade, a feira vai ocupar aquela área menos de um dia por semana. Os restantes 6,5 dias são de passeio público", explica.

O Parque da Radial de Santiago vai ter um café, já adjudicado, e dispõe de três casas de banho, uma delas adaptada para cidadãos portadores de deficiência.
Aos dois projectos de 5,5 milhões de euros, partilhado pelo Polis e pela CMV, irão juntar-se outros investimentos tendentes a garantir um lençol de água permanente no Pavia. "A barragem de Catavejo, a construir a norte, na ribeira de Frágua, vai ser a cereja no bolo", rejubila o autarca Fernando Ruas.

texto e foto de Teresa Cardoso in Jornal de Noticias de 06-08-2008

sábado, 12 de julho de 2008

Obras de nove milhões na cidade

O centro da cidade de Viseu vai entrar em obras. "Será o início de um ciclo enorme de intervenções no espaço urbano", sublinha o presidente da autarquia. Os trabalhos podem arrancar ainda este mês.
É uma mão cheia de obras. Quase todas de reabilitação. Desde edifícios na zona histórica de Viseu, propriedade da autarquia, à requalificação e pavimentação de ruas, intervenções em bairros sociais, em zonas verdes, e alterações na circulação do trânsito, à instalação de espaços museológicos, às obras no Rossio e na Avenida Alberto Sampaio, entre outras. Tudo no miolo da cidade.

O pacote, anunciado, ontem, por Fernando Ruas, presidente da Câmara de Viseu, faz parte da candidatura de regeneração urbana, aprovada no âmbito do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), no valor de 9,2 milhões de euros. O estado comparticipa com 70 por cento, a autarquia suporta o resto.

"Será o início de um ciclo enorme de intervenções", disse o autarca, que puxou dos galões e revelou estudos que atribuem "nota máxima" a Viseu em matéria de capacidade de iniciativa municipal e gestão urbana.
As obras de reabilitação de várias casas na zona histórica, património da autarquia, vão custar quase 1,3 milhões de euros. E a reabilitação do Rossio, 750 mil euros. Destaque aqui para o pavimento da praça, que vai ficar ao nível das ruas que a circundam. "As passadeiras serão feitas de um material que os invisuais saberão distinguir", enfatizou Ruas.

A Avenida Alberto Sampaio terá só um sentido (ascendente), "libertando mais espaços para estacionamentos e zonas pedonais", sublinhou o autarca.
Haverá obras de pavimentação nas circulares. O auditório Mirita Casimiro será melhorado, o antigo matadouro requalificado e entregue depois ao Orfeão de Viseu, dois novos espaços museológicos protocolados com a Santa Casa da Misericórdia e a diocese de Viseu.

Texto de Rui Bondoso in Jornal de Notícias de 12-07-2008
fuguras do Diário de Viseu de 12-07-2008