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sexta-feira, 12 de setembro de 2008
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Cava de Viriato visitável a partir de Outubro
Viseu, 25 Ago (Lusa) -- A Cava de Viriato, uma fortificação defensiva situada em Viseu, em forma de octógono com dois quilómetros de perímetro, poderá ser visitada a partir de Outubro, após obras de requalificação em curso no âmbito do programa Polis.
Orçadas em mais de dois milhões de euros, as obras, que arrancaram há nove meses, consistem "fundamentalmente nos elementos púbicos, que têm a ver com os arruamentos, talude e praça", frisou hoje o presidente da autarquia, Fernando Ruas, aos jornalistas, durante uma visita ao monumento nacional.
Orçadas em mais de dois milhões de euros, as obras, que arrancaram há nove meses, consistem "fundamentalmente nos elementos púbicos, que têm a ver com os arruamentos, talude e praça", frisou hoje o presidente da autarquia, Fernando Ruas, aos jornalistas, durante uma visita ao monumento nacional.
A Cava de Viriato é monumento nacional desde 1910 e está definida no Plano Director Municipal como espaço cultural.
Até hoje mantém-se a dúvida se esta fortificação defensiva - constituída por um talude, com um fosso externo -- tem mesmo origem romana (século I antes de Cristo) ou se será árabe (século XI depois de Cristo).
Fernando Ruas frisou que a Cava de Viriato passa a dispor de uma praça nova (com instalações sanitárias e cafetaria) que "não estava a ser fruída antes da intervenção", os taludes foram requalificados e também os arruamentos, "de modo a possibilitar uma circulação dentro do próprio monumento".
"Vai ter um sentido único para possibilitar uma circulação sem grandes problemas para quem aqui venha. Não me lembro de alguma vez haver qualquer intervenção na Cava do Viriato", sublinhou.
Foram enterradas as infra-estruturas de abastecimento de água, luz e telefone e feitos pavimentos com acabamento em granito.
Na sua opinião, esta requalificação não descaracteriza a Cava do Viriato, pelo contrário, caracteriza-a.
"Descaracterizada estava ela. Tratava-se de um acampamento de defesa, que era um octógono, mas dois dos lados tinham desaparecido. O que estamos neste momento a fazer é voltar a caracterizar a Cava de Viriato, na sua forma original, repondo os taludes", explicou.
Fernando Ruas apenas lamenta não se ter concretizado a construção de um centro interpretativo e de uma torre panorâmica, que estavam inicialmente pensados, o que implicava o envolvimento de vários Ministérios.
Até hoje mantém-se a dúvida se esta fortificação defensiva - constituída por um talude, com um fosso externo -- tem mesmo origem romana (século I antes de Cristo) ou se será árabe (século XI depois de Cristo).
Fernando Ruas frisou que a Cava de Viriato passa a dispor de uma praça nova (com instalações sanitárias e cafetaria) que "não estava a ser fruída antes da intervenção", os taludes foram requalificados e também os arruamentos, "de modo a possibilitar uma circulação dentro do próprio monumento".
"Vai ter um sentido único para possibilitar uma circulação sem grandes problemas para quem aqui venha. Não me lembro de alguma vez haver qualquer intervenção na Cava do Viriato", sublinhou.
Foram enterradas as infra-estruturas de abastecimento de água, luz e telefone e feitos pavimentos com acabamento em granito.
Na sua opinião, esta requalificação não descaracteriza a Cava do Viriato, pelo contrário, caracteriza-a.
"Descaracterizada estava ela. Tratava-se de um acampamento de defesa, que era um octógono, mas dois dos lados tinham desaparecido. O que estamos neste momento a fazer é voltar a caracterizar a Cava de Viriato, na sua forma original, repondo os taludes", explicou.
Fernando Ruas apenas lamenta não se ter concretizado a construção de um centro interpretativo e de uma torre panorâmica, que estavam inicialmente pensados, o que implicava o envolvimento de vários Ministérios.
No entanto, afirmou que "o Estado, que se comprometeu" com estes equipamentos, terá "sempre tempo" de os concretizar, se assim entender.
Segundo Fernando Ruas, dentro do octógono vivem mais de cem pessoas. Ainda que as casas degradadas não sejam da responsabilidade da autarquia, mostrou-se disponível para ajudar.
"Temos a consciência de que com esta requalificação promovemos condições para possibilitar o regresso e o incremento do número de pessoas. Viver aqui é um sossego, estamos no meio da cidade e não ouvimos barulho nenhum", afirmou.
O autarca está convencido de que "aquilo que foi um constrangimento ao longo dos anos passa agora a ser uma vantagem comparativa para as pessoas que escolherem viver na Cava do Viriato".
A recuperação da Cava de Viriato, um projecto de Gonçalo Byrne, engloba-se num conjunto de obras do Polis que inclui também o parque da feira semanal, o recinto da anual feira de S. Mateus e o Parque Linear.
texto de AMF / Lusa
domingo, 16 de março de 2008
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Dão-Lafões lança quatro rotas turísticas temáticas

A partir de Março do próximo ano, as principais agências de viagens do país terão um novo produto para vender quatro rotas temáticas, traçadas no "coração" da cidade de Viseu, a partir das quais os turistas poderão partir à descoberta de um "mundo de experiências" na região.
Adriano Azevedo, presidente da Região de Turismo Dão Lafões (RTDL), justifica a inicia
tiva, que considera "inovadora", com a necessidade de "adequar o potencial turístico às possibilidades, necessidades e motivações dos visitantes".As quatro rotas, propostas de forma estruturada, inspiram-se em ícones "incontornáveis" da riqueza histórica e cultural da cidade de Viseu desde o tempo dos romanos até ao século XX Viriato, Grão Vasco, Camilo Castelo Branco e Aquilino Ribeiro.
tiva, que considera "inovadora", com a necessidade de "adequar o potencial turístico às possibilidades, necessidades e motivações dos visitantes".As quatro rotas, propostas de forma estruturada, inspiram-se em ícones "incontornáveis" da riqueza histórica e cultural da cidade de Viseu desde o tempo dos romanos até ao século XX Viriato, Grão Vasco, Camilo Castelo Branco e Aquilino Ribeiro. Cada rota é constituída por três elementos base percurso temático com visitas orientadas de duas a três horas; escolhas do "mundo de experiências" (cultura, monumentos, sabores e artesanato) nos restantes 11 concelhos que integram a região; e programa de estadias.

O objectivo desta acção, concertada com vários operadores, "é exceder as expectativas dos turistas, levando-os a permanecer vários dias na região", e afirmar a região Dão-Lafões "como uma marca de prestígio nos mercados interno e externo", sustenta o presidente da RTDL.
Teresa Cardoso in Jornal de Notícias
As rotas
Grão Vasco - Começa com uma visita ao museu Grão Vasco, junto à Sé Catedral, onde se vai também visitar o Museu de Arte Sacra. Faz–se depois um percurso por algumas pontos de interesse de algumas ruas do centro histórico. A rota termina no Fontelo junto ao antigo Paço Episcopal. A distância a percorrer é de aproximadamente 3,5 km e tem uma duração prevista de três horas.
Viriato - Tem início junto à cava de Viriato, no largo da feira de São Mateus. Passa no centro de artesanato na Casa da Ribeira, que fica encostada ao rio Pavia. Sobe-se a Rua Direita, até à Rua Formosa onde estão as ruínas da muralha romana. Segue-se para o centro histórico, através da rua Augusto Hilário, até à Sé. Duração aproximada de duas horas para uma distância de 2 km .
Amor de Perdição - Gira à volta do Largo Mouzinho de Albuquerque, ao fundo da rua Direita, local que foi o cenário do filme baseado no livro Amor de Perdição. São propostas de visita o Solar dos Albuquerques, a fonte de São Francisco e o Convento do Bom Jesus. Distância de 2 km a percorrer em duas horas.
Aquilino Ribeiro - Começa na Rua do Arco, por onde o escritor “terá entrado pela primeira vez em Viseu”. Através da rua direita e subindo as escadinhas da Sé chega-se ao centro histórico. Descendo ao Rossio, encontramos, um pouco antes, o Jardim das Mães, onde está o Museu Almeida Moreira. No centro da cidade há o parque Aquilino Ribeiro. A rota segue depois para o fontelo onde o escritor esteve preso, no edifício onde hoje está instalado o solar do vinho do Dão. Duração de duas horas e meia para se percorrer cerca de 2,5 km.
terça-feira, 20 de novembro de 2007
Polis requalifica Cava de Viriato
A Cava de Viriato vai começar a ser recuperada, no âmbito do programa Polis. A empreitada, orçada em dois milhões de euros, foi ontem consignada.As obras de recuperação e arranjo paisagístico de parte da Cava de Viriato deverão estar acabadas no prazo de nove meses, ou seja, no próximo Verão. Recorde-se que este monumento nacional é uma fortificação defensiva, situada na cidade de Viseu, em forma de octógono com dois mil metros de perímetro.
O representante da autarquia na sociedade Viseu Polis, Américo Nunes, realçou que esta fortificação defensiva – constituída por um talude de 15 metros de altura e um fosso externo – é "algo sui generis na Península Ibérica". Contou que existe "um monumento parecido no Iraque", em Samarra, e lembrou que, até hoje, se mantém a dúvida se a Cava de Viriato tem mesmo origem romana (século I antes de Cristo) ou se esta será árabe (século XI depois de Cristo).
"Os próximos tempos vão ser interessantes. Vai haver um trabalho de pesquisa arqueológica que vai complementar o que em tempos fizemos", afirmou Américo Nunes, esperando que fique definitivamente esclarecida a origem da fortificação.
Monumento nacional desde 1910
A Cava de Viriato é monumento nacional desde 1910 e está definida no Plano Director Municipal como espaço cultural. A intervenção vai incidir nas ruas dos Plátanos, do Coval e do Picadeiro (zonas do interior do octógono onde existem habitações), onde serão enterradas as infra-estruturas de abastecimento de água, luz e telefone e feitos pavimentos com acabamento em granito. Haverá uma praça entre a Rua do Picadeiro e o Coval que servirá de entrada para a Cava do Viriato, onde ficarão equipamentos de apoio, como instalações sanitárias e cafetaria.
A empreitada compreende ainda a recuperação de algumas zonas do talude, com limpeza e reformulação geométrica (através de movimentação de terra), criação de espaços verdes, iluminação, caminhos pedonais e mobiliário urbano.
"É um projecto de requalificação que fica aquém do que pretendíamos", devido aos cortes orçamentais, lamentou Américo Nunes, mostrando-se, no entanto, convicto de que, no futuro, será requalificada toda a área da Cava, "porque constitui uma referência para Viseu". O mesmo lamento foi deixado pelo presidente da autarquia, Fernando Ruas, lembrando que inicialmente estava prevista a criação de um centro de interpretação em articulação com o Ministério da Cultura e outros equipamentos ligados ao Ambiente e ao Desporto, que foram abandonados.
O autarca social-democrata lembrou que a Cava de Viriato "durante anos nunca teve qualquer intervenção" e que "foi um monumento ignorado durante muito tempo", considerando fundamental dotá-la de condições para atrair a Viseu quem se interessa por turismo cultural.
in Diário As Beiras 20-11-2007
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