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terça-feira, 3 de julho de 2012
terça-feira, 27 de março de 2012
segunda-feira, 5 de março de 2012
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
A Cidade das 7 Torres
À chegada, a primeira coisa que se avista são as torres das suas igrejas. Depois é a descoberta de um centro medieval, vestígios de muralhas e antiga judiaria. Tudo, no centro comercial da região centro.
Tínhamos acabado de chegar à cidade e ainda se viam magotes de gente espalhados pela praça do Rossio. Por causa do trânsito falhámos o cortejo das Cavalhadas de Vil de Moinhos, um séquito histórico-etnográfico, típico de Viseu. Naturalmente, os aldeões das terras vizinhas que correram à capital de concelho envergam os seus melhores trajes domingueiros: os homens puseram o chapéu menos coçado pelo sol; as mulheres exibem o ouro luzidio que sobressai sobre as roupas escuras. As pastelarias do centro, em redor da Praça do Rossio, estão apinhadas por quem tenta enganar a sede com uma imperial ou uma taça de vinho branco. Nas ruas laterais, algumas fechadas ao trânsito, o movimento não é menor. Com cerca de 21 000 habitantes, Viseu fica sobre o planalto da Beira, a aproximadamente 300 quilómetros de Lisboa, numa importante encruzilhada de caminhos.Rodeado por pinhais, em dias claros é possível avistar as vizinhas serras do Caramulo, da Gralheira, de Montemuro e da Nave.Cabeça de um concelho predominantemente agrícola - produz batata, cereais e o delicioso vinho do Dão -, Viseu é, por excelência, o centro comercial da Beira Interior. O painel de azulejos que cobre uma parede no Rossio foi desenhado por Joaquim Lopes mas já ficou para trás quando cruzamos a Porta do Soar, pertencente à antiga muralha afonsina, construída em 1472, de que apenas subsiste um pequeno troço. Ruas estreitas e tortuosas conduzem à cidade velha. Desertas, são uma benesse depois do mar de gente em que tínhamos mergulhado no centro. Os carros enchem o centro histórico e são o toque de modernidade em ruas que parecem ainda medievais: no seu traçado, claro, mas também nas casas de pedra ou de madeira, pequeninas e de portas baixas, nas varandas em balcão ou nos velhos candeeiros de rua.
Estamos agora no cerro mais alto da cidade, o Adro da Sé, local onde se terá iniciado o povoamento desta terra, num velho castro. Alberga a imponente catedral construída entre os séculos xiii e xiv, a Igreja da Misericórdia e o Museu Grão Vasco. Há quem o considere o largo mais bonito do País, com as suas torres pesadas, os muros velhos coroados de ameias e a patine densa das pedras. Actualmente, a catedral está a ser recuperada e há material de obras espalhados por todo o claustro. Na igreja-mãe os serviços religiosos decorrem na penumbra - o que também dificulta a visita -, e o Museu de Arte Sacra está temporariamente encerrado. Ao lado, o Museu Grão Vasco foi instalado no antigo Paço dos Três Escalões, edifício do século xvi que já foi paço episcopal e colégio-seminário.
A Praça D. Duarte é uma homenagem ao infante nascido nesta cidade, depois rei de Portugal, e enquadra-se num emaranhado de ruas que desembocam na Rua Direita, uma das mais antigas e pitorescas da cidade. Estas ruelas, aconchegadas por edifícios antigos com janelas de cantaria e varandas de ferro forjado, viveram os tempos áureos do comércio e ofícios, entre os séculos xiv e xvi. Na parte alta da cidade residia, então, uma importante colónia de judeus, de que ainda existem marcas nas pedras da calçada. Em alguns entroncamentos de ruas o chão está gravado com insígnias judaicas - a estrela de David é a mais frequente -, gastas de tão pisadas.
O monumento mais antigo da cidade fica num dos seus extremos, depois de atravessarmos o rio Pavia. A Cava de Viriato, provavelmente do século ii, deverá ter sido um reduto defensivo levantado para aquartelamento das legiões romanas. Erguido muito depois da morte deste herói lusitano, deve o seu nome a uma tradição que diz ter Viriato andado por estas terras. O acampamento, implantado num fosso, tinha a forma de um octógono de que restam apenas dois lados, medindo cada um 240 metros. Hoje está retalhado por casas agrícolas, pequenas hortas e pomares e não se consegue vislumbrar qualquer vestígio arqueológico. O maior monumento romano de toda a Península Ibérica está rodeado de frondosas árvores e bancos de pedra mais adequados ao namoro do que a um passeio erudito.
Rotas e Destinos
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
domingo, 21 de setembro de 2008
sábado, 23 de agosto de 2008
Ministro da Cultura “impressionado” com concelho de Viseu
O ministro da Cultura inaugurou a Feira de São Mateus, na passada quinta-feira.
Na sessão solene, que decorreu no salão Nobre da Câmara, José António Pinto Ribeiro mostrou-se “seduzido por aquilo que fizeram” de Viseu. Numa viagem no tempo e nas memórias revelou-se “impressionado” com a cidade que “hoje” encontrou.
Para o ministro, “Viseu é imagem de cidade rasgada, arejada, moderna e competitiva”, e a feira é um exemplo disso mesmo. Lembrando que a cultura é o sector que mais cresceu nos últimos anos e cuja qualificação das pessoas envolvidas é maior do que nos outros sectores, José António Pinto Ribeiro sublinhou que “não chega que tenhamos infra-estruturas, temos de ter conteúdo”. É em iniciativas como a Feira de São Mateus que “conteúdo” é dado à população.
Satisfeito por ver arrancar mais uma edição da “mais expressiva e emblemática feira franca do país”, Jorge Carvalho, gerente da Expovis, sublinhou que este “acontecimento cultural” escreve na sua história a história da própria cidade.
Para o presidente da Câmara, Fernando Ruas o número de pessoas, que ano pós ano, visitam a feira e consequentemente a cidade, são motivo suficiente para continuara a apostar neste evento centenário.
Texto de Salomé Castanheira e foto FSM de Nuno Ferreira in Jornal do Centro de 22-08-2008
segunda-feira, 7 de julho de 2008
quinta-feira, 3 de abril de 2008
segunda-feira, 31 de março de 2008
A maior Pousada de Portugal
Pousada de ViseuEdificada no antigo Hospital de S.Teotónio, a 5 minutos a pé do centro histórico da cidade de Viseu (a cerca de 100 km da fronteira espanhola), a Pousada de Viseu abrirá as suas portas no último trimestre de 2008.
- 84 quartos (a maior Pousada de Portugal)
- claustro com capacidade para 400 pax
- 3 salas de reuniões polivalentes
- 1º Spa da rede Pousadas (piscina interior, salas de massagens, sala de relax, ginásio, sauna, banho turco, fonte de gelo e duche tropical)
- restaurante
- bar
De todas as recordações que trouxe de Viseu, a mais preciosa é esta imagem que me vem à cabeça de manchas verde-tília, praças cheias de riso e a temeridade do herói lusitano.
Não há quem me tire da cabeça a imagem que guardo de Viseu. É um colorido renque de tílias majestosas a sombrear o Rossio e, mais abaixo, as magnólias em flor, no fim da Primavera.
É o coração da cidade, onde tudo se agita com uma nova vida desde que se requalificaram o espaço e os monumentos.
Os edifícios que traçam o centro, originários do século XIX, permanecem imponentes marcando o compasso do tempo, enquanto as ruas devolvidas aos cidadãos e as praças, cheias de gente, testemunham o sucesso do trabalho assinado por Siza Vieira e Souto Moura.
São as paisagens deslumbrantes, dentro e fora da cidade, o convite a descansar os olhos no verde das Serras da Arada, Freita, Caramulo e Montemuro ou nas cores ilimitadas das pinturas de Grão Vasco. Fica mesmo ali, à mão, no Paço dos Três Escalões, o Museu onde estão os quadros de um dos mais geniais pintores portugueses!
É a severidade e a nobreza granítica, a temeridade e persistência do guerreiro Viriato, líder da tribo Lusitana que resistia à invasão romana da Península Ibérica, cuja figura ficou indelevelmente gravada no espírito e na pedra de Viseu.
Esta imagem feita de mil experiências, emoções e até alguma imaginação, é a minha recordação de Viseu. Que bom que é poder fechar os olhos e lembrar as festas que enchem de arte os meses de Verão, os sabores de alguns dos mais reputados vinhos portugueses. Entre todas as recordações que trouxe de Viseu, a mais preciosa é o prazer de descobrir com amigos o que de melhor Portugal tem.
Não há quem me tire da cabeça a imagem que guardo de Viseu. É um colorido renque de tílias majestosas a sombrear o Rossio e, mais abaixo, as magnólias em flor, no fim da Primavera.
É o coração da cidade, onde tudo se agita com uma nova vida desde que se requalificaram o espaço e os monumentos.
Os edifícios que traçam o centro, originários do século XIX, permanecem imponentes marcando o compasso do tempo, enquanto as ruas devolvidas aos cidadãos e as praças, cheias de gente, testemunham o sucesso do trabalho assinado por Siza Vieira e Souto Moura.
São as paisagens deslumbrantes, dentro e fora da cidade, o convite a descansar os olhos no verde das Serras da Arada, Freita, Caramulo e Montemuro ou nas cores ilimitadas das pinturas de Grão Vasco. Fica mesmo ali, à mão, no Paço dos Três Escalões, o Museu onde estão os quadros de um dos mais geniais pintores portugueses!
É a severidade e a nobreza granítica, a temeridade e persistência do guerreiro Viriato, líder da tribo Lusitana que resistia à invasão romana da Península Ibérica, cuja figura ficou indelevelmente gravada no espírito e na pedra de Viseu.
Esta imagem feita de mil experiências, emoções e até alguma imaginação, é a minha recordação de Viseu. Que bom que é poder fechar os olhos e lembrar as festas que enchem de arte os meses de Verão, os sabores de alguns dos mais reputados vinhos portugueses. Entre todas as recordações que trouxe de Viseu, a mais preciosa é o prazer de descobrir com amigos o que de melhor Portugal tem.
in Turismo de Portugal
terça-feira, 25 de março de 2008
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
sábado, 22 de dezembro de 2007
Feliz Natal
Os Barões da Sé (Viseu) desejam a
todos os familiares, amigos e colegas um
Feliz Natal 2007
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
...por Aquilino Ribeiro
Beirão"A razão porque talvez o Beirão preleve aos demais portugueses em sociabilidade é possivelmente por ninguém ser tão adaptável como ele"
.-.
"O Beirão, em regra, subscreve o que diz, tanto para bem como para mal"
Viseu"Viseu, por si, é uma cidade encantadora"
.-.
"Viseu é das cidades que tem em si um gérmen de progresso"
.................................................................
Inédito de Aquilino
Um texto inédito de Aquilino Ribeiro que relata acontecimentos do período do seu primeiro exílio em Paris, após 1908, é revelado no próximo número dos 'Cadernos Aquilinianos', a lançar hoje, em Viseu."Tem a ver com a fase de enamoramento, quando conhece Grete Tiedemann (sua futura mulher), e a fase em que o sogro o quis conhecer, tendo ele ido para a Alemanha", avançou à agência Lusa Henrique Almeida, director dos 'Cadernos Aquilinianos', que vai no seu 18.º número.
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