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terça-feira, 9 de janeiro de 2007

Escola do Magistério Primário de Viseu

Espaço desportivo na Escola do Magistério Primário de Viseu, actualmente parque de estacionamento da Escola Superior de Educação de Viseu.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2006

Sede do Grupo Juventus

O Palácio dos Melos, situado na Rua Chão do Mestre, vai ser um Hotel de cinco estrelas.
Neste palacete esteve a Sede do Grupo de Fantoches Juventus.
in Jornal do Centro de 08 de Dezembro de 2006

domingo, 3 de dezembro de 2006

Viseu...recordando


"Cantamos Viseu... porque amamos a cidade"
Este espectáculo, uma ideia original e aplausível, teve lugar no sábado e cantou as nossas ruas, as nossas gentes. A Tia Iva presente no Reggae das Tasquinhas. Parabéns e obrigado aos "artistas".
Ficamos à espera de mais...

terça-feira, 14 de novembro de 2006

Centro histórico traz atracção à cidade

Fernando Ruas, presidente da Câmara Municipal de Viseu, disse que é necessário cuidar de todo o concelho, mas que o Centro Histórico da cidade requer atenção especial, pela atracção e fascínio...

... que exerce sobre as pessoas, essencialmente nos turistas. Só por isso, para além do interesse em preservar todo o local para o deixar intacto (melhorado) aos vindouros, justifica a atenção e os investimentos ali têm realizados e que se façam.
A médio prazo, há problemas que poderão ser resolvidos, atenuando as coisas, de modo que os habitantes possam fruir do local, pela noite fora, sem serem perturbados como está a acontecer.
E para isso tem ideias.
Ideias que não se resolverão de um momento para o outro, por conseguinte, estão a ser dados os primeiros passos para que algumas das situações comecem a ser invertidas.
Para Fernando Ruas, as freguesias ‘urbanas’ têm que ser olhadas como um todo, investindo-se globalmente. Mas reconheceu que o núcleo concelhio/urbano, onde está concentrado a sua maior documentação histórica, considerado o coração da cidade, é também a parte que nos traz responsabilidades acrescidas e a que não poderemos fugir, face à atracção espectacular que exerce sobre os turistas.
É o que traz memória à cidade, e, naturalmente, problemas. Mas há problemas que não se podem resolver directamente, nem de per si. O executivo pode decidir e ‘actuar ao nível da recuperação dos passeios e pavimentos das ruas, melhorando os equipamentos urbanos’.
Porém, há outros que são bem mais difíceis de equacionar e de que as pessoas, que residem no centro histórico acabam por ser vítimas.
‘É difícil, neste momento, conciliar os interesses. É extremamente complicado’.
Por um lado, são as pessoas a entenderem que ele deverá ter vida nocturna e, por outro, são os residentes e até os vizinhos (…) que não suportam tal movimentação, para lá das horas tidas como ‘decentes’… Longe de ser um projecto, Fernando Ruas disse que tem em mente, aliás, já o feriu noutras ocasiões, uma ideia que queria ver levada à prática, aproveitando a zona ribeirinha, em requalificação, de modo a que a animação nocturna tivesse ali o seu ‘habitat’, funcionando com horário mais alargado.
‘Vamos ver se temos condições financeiras para poder dar corpo a este projecto’. Assim, já o centro histórico poderia receber as pessoas, entre o final e início de um novo dia, passando, depois, o movimento para uma ‘banda de bares, na zona ribeirinha’.
‘Vamos ver, - adiantou o presidente da Câmara Municipal – ‘se é possível fazer este investimento’. De qualquer forma, Viseu está no rol das cidades com zonas históricas que ‘temos de preservar’ e que muitas outras localidades gostariam também de ter, dentro dos seus muros.

in Noticias de Viseu (13-11-2006)

segunda-feira, 16 de outubro de 2006

Viriato lusitano era aristocrata

Viriato, o lendário defensor das liberdades lusitanas, seria um aristocrata e não um simples guardador de rebanhos, segundo uma nova biografia, assinada por um historiador espanhol.
Em declarações à agência Lusa, o autor do livro, o professor Maurício Pastor Muñoz, da Universidade de Granada, afirmou que Viriato "pertencia a um dos clãs aristocráticos dos lusitanos, e não era um simples guardador de rebanhos, antes proprietário de cabeças de gado".
Por outro lado, Viriato destacou-se ao tornar-se no primeiro líder "capaz de unificar alguns clãs e definir um território, na Península Ibérica". "Aos clãs lusitanos juntaram-se outros grupos, mas Viriato conseguiu não só a unificação como ter 'reinado' tranquilo, sem cisões internas durante oito a dez anos", rematou.
O chefe lusitano causou preocupações a Roma, pois "podia ser tomado como exemplo por outros povos sob o domínio das águias romanas, daí o nome de Viriato estar constantemente na boca dos senadores romanos".
Viriato assumiu protagonismo entre 155-139 antes de Cristo, durante as guerras lusitanas, sendo eleito seu líder em 147.
No ano seguinte derrota os romanos em duas batalhas. Em 140 antes de Cristo Viriato assina um tratado de paz com o Império Romano e é considerado "amigo do povo romano", sendo assassinado no ano seguinte. Pastor Muñoz apaixonou-se pela figura de Viriato desde os tempos de estudante em Mérida, que Roma tornara capital da província da Lusitânia.
Dedicou-lhe dois anos e meio de investigação para publicar esta biograf ia, decidindo "reanalisar as fontes clássicas" e "rever tudo o que se tem escrito sobre o herói lusitano ao longo dos séculos, incluindo a iconografia".


In Jornal de Noticias 16 de Outubro de 2006

http://jn.sapo.pt/2006/10/16/sociedade_e_vida/viriato_lusitano_aristocrata.html

quinta-feira, 5 de outubro de 2006

Mirita Casimiro

Mirita Casimiro, foto de 1938?

O Largo das Escadinhas da Sé, o campo de futebol e de todas as brincadeiras dos Barões da Sé, foi até principios do Séc. XX, a Cavalariça da Familia Casimiro.

Mirita Casimiro - a “Maria Papoila” !

Em 10 de Outubro de 1914 nasceu, em Viseu, Maria Zulmira Casimiro de Almeida. O seu pai foi o famoso cavaleiro tauromáquico José Casimiro. Os seus irmãos Manuel e José eram praticantes da mesma arte. Apesar de ter ficado para a posteridade como a “Maria Papoila” a nossa conterrânea foi muito maior nos palcos, onde se estreou profissionalmente em 1935, na revista “Viva a Folia”, cantando alguns números e integrada na Companhia de Maria das Neves, no Teatro Maria Vitória. Já desde miúda que cantava e encantava a família e os amigos. Em Lisboa conquistou o público ao interpretar canções tradicionais da Beira Alta, envergando a capucha castanha, feita de burel, das serranas e exibindo a pronúncia da região de Viseu. No ano seguinte fez um aplaudido travesti na peça “João Ninguém” e rapidamente obteve sucesso em revistas e operetas. Em 1941 casou com Vasco Santana e formou uma dupla de enorme êxito. Alguns anos mais tarde e depois de uma dolorosa e algo escandalosa separação, a nossa Mirita, passou a ser mal vista, no meio teatral e a sua carreira começou a desmoronar-se. Em Março de 1956 tentou a sua sorte no Brasil, para onde foi trabalhar e viver, sem grande nota. No ano de 1964 voltou a Portugal para trabalhar no Teatro Experimental de Cascais. Em Janeiro de 1966, inaugurou uma nova fase do seu trabalho, estreou-se em “A Casa de Bernarda Alba”, de Frederico Garcia Lorca. Voltou ao teatro mais popular e apesar de ter participado em vários projectos vocacionados para a fazer brilhar, “A Maluquinha de Arroios” – 1966 e “O Comissário de Polícia” – 1968, não conseguiu recuperar o anterior fulgor. A fatalidade bateu-lhe à porta, em 12 de Novembro de 1968, no Porto onde sofreu um grave acidente de viação. Impossibilitada de volta ao palco e deprimida acabou por desistir de viver, em 25 de Março de 1970, na sua residência em Cascais.
O filme “Maria Papoila” estreou-se em 15 de Agosto de 1937, no São Luís, em Lisboa:
“(...) Nessa história da pastora beirã que vem para sopeira em Lisboa, Leitão de Barros, consegui, em grande parte devido à genial criação de Mirita Casimiro (...), um retrato admirável da oposição do mundo rural, mundo da pequena burguesia urbana, com pinceladas fulgurantes para o microcosmos dos grandes pilares da ordem portuguesa de então: a família (quer da casa de Maria Papoila quer na do namorado), o exército (o rapaz dela é magala) e a Justiça, com a magistral sequência em que Maria Papoila se apresenta no Tribunal para salvar o magala, com o sacrifício da sua “honra”.” João Bénard da Costa, in “Histórias do Cinema”, I.N.C. Moeda, 1991.
O filme termina no “quimboio” com o regresso à serra da Maria Papoila “mai´lo” seu “conbersado”, o magala Eduardo, o seu “Binte e Nobe”, e com a canção de Alberto Barbosa, José Galhardo e Vasco Santana, com música de Raúl Ferrão que soa assim: Despedi-me das obelhas/Do meu pai, das casas belhas/Do lugar onde eu nasci (...)
Mirita Casimiro foi casada com o também
actor Vasco Santana.


Texto retirado de "http://pt.wikipedia.org/wiki/Mirita_Casimiro"

terça-feira, 12 de setembro de 2006

Poesia: "Feira de São Mateus"

Luzes de mil cores,
Foguetório e alegria;
Ranchos, artistas, actores,
Realidade e fantasia.

Carrocel que redopia,
Triciclos e bicicletas;
Ali, um vende magia,
Outro rádios e cassetes.

Além, bombons e tabletes
E torrão de Alicante;
E caído nas retretes
Dorme um ébrio delirante…

Um pouco mais adiante,
As barracas de fanqueiro;
Outras de ouro e diamante
Para gente de dinheiro.

Surge agora um pregoeiro
E um vendedor de sorte;
Na mota, um aventureiro,
Gira no poço da morte.

Há fatos de belo corte
E casacos de estola;
Um pobre puto sem norte
Estende a mão à esmola…

Outro compra uma bola,
Aqueloutro um pião;
Além a roleta rola
O sonho e a desilusão.

E no meio da confusão
Do ambiente da feira
Sempre aparece um ladrão
P´ra lhe fanar a carteira…

Artigos de brincadeira
E alto industrializado,
Da colher de cozinheira
Ao tractor e ao arado.

A fome de braço dado
Com fartura e miséria,
Mesclam-se no mesmo fado
Porque feira é féria…

Há também muito léria…
Há caldo verde e vinho,
E até gente séria
Que “cai como um patinho”…

Escondido num cantinho,
Um bêbado “alivia”,
Enquanto ali pertinho,
Outro, indif´rente, comia…

É assim o dia-a-dia
Na Feira de S. Mateus;
Pouco ou nada varia
Nos velhos pergaminhos seus.

Bela feira…Benza-a Deus!,
Que de franca é chamada…
Mas p´ra mal dos pecados meus
Tenho de pagar a entrada…


Poesia de Caetano Carrinho (1996?)

Livro de crónicas: Mo(vi)mentos


http://www.rvj.pt/ensino/home.html

segunda-feira, 21 de agosto de 2006

Vitor Santos lança livro ''Mo(vi)mentos''

Vitor Santos, há muito ligado ao fenómeno desportivo da região de Viseu, acaba de lançar o livro ''Mo(vi)mentos'', que trata de ''momentos, movimentos desportivos viseenses''.

Mo(vi)mentos é o nome do espaço de opinião que foi criado no Jornal O Derby em 2003. Movimentos, momentos desportivos de Viseu eram os assuntos abordados.
Com a extinção do Jornal O Derby, esta rubrica transferiu-se para o Jornal do Centro onde quinzenalmente continua a ser editada.
Segundo Vitor Santos, ''existe ainda o preconceito de que quem critica é inimigo. Não pretende ser este o caso''.
Para o autor de ''Mo(vi)mentos'' é ''difícil, num meio pequeno como Viseu, escrever sobre desporto. A paixão clubista «cega» muitos dos seus intervenientes''.
Procurar sempre escrever pela positiva, elogiar bons trabalhos e questionar aqueles que suscitam dúvidas, tem sido o lema deste jornalista.
Nos últimos seis anos acompanhou o desporto regional como adepto, mas também como dirigente, treinador e jornalista.
Vitor santos recorda que ''o Jornal O Derby deu a conhecer uma realidade nova, agentes desportivos que abdicam muito do seu tempo para se dedicarem à causa desportiva''.
Destaque natural neste livro para o Clube Académico de Futebol pela situação que passou nos últimos anos e, até pela vivência interna que tem do mesmo, foi quase sempre o assunto dominante destes artigos, o que nem sempre foi fácil. O autor procurou sempre, de forma imparcial, ajudar na construção, na requalificação do Clube e nunca ser dono da verdade, nem pretender ser.
A formação e as estruturas desportivas são os outros assuntos que mais debate suscitam por serem aqueles que garantem um futuro à juventude e para Vitor santos, ''custa vê-los partir tão jovens, deixarem as famílias, os amigos para poderem fazer a sua formação desportiva em estruturas de média/alta competição que não têm na sua cidade''.
''Não se pode agradar a todos, e quase sempre o feedback negativo é feito de forma anónima e vazia. Procuro estar sempre a aprender e nunca pactuar com quem não tem rosto'', conclui.
Vítor Augusto Andrade Santos é licenciado em Comunicação Social pela Escola Superior de Educação do Instituto Superior Politécnico de Viseu.

quinta-feira, 10 de agosto de 2006

A letra do Vítor

Vítor Santos in Mo(vi)mentos no tributo que dedica às "Mulheres pelo colorido com que cada uma pinta os estádios: o verde esperança, o amarelo sensível e o vermelho paixão!"
Gostei desta parte!

sexta-feira, 28 de julho de 2006

Banca de Ideias

Acácio Braguês, na qualidade de Presidente do CAF, opinou sobre a comunicação regional à Revista Banca de Ideias em Julho de 2001 .