A Sé de Viseu foi algo que nós vivemos, usufruímos, comungámos, preservámos. E foi – e será - um cenário esplendoroso para todos nós quando nos abeirávamos das janelas das casas onde nascemos! E crescemos!!
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
terça-feira, 9 de setembro de 2008
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
8 de Setembro: Nossa Senhora dos Remédios
É bem conhecida de todos os viseenses a pequena Capela da Nossa Sr.ª dos Remédios, colada ao Arco dos Melos, na Praça da Erva ou Largo Pintor Gata. A sua Padroeira é sempre homenageada no seu dia próprio, 8 de Setembro. Sê-lo-á de novo hoje.
Hoje às 19h realiza-se a missa seguida de procissão com a venerada imagem da Virgem.
Capela da Senhora dos Remédios - está situada no largo do Pintor Gata (antiga "Praça da Erva"), nas vizinhanças da Porta do Soar. Foi construída à custa das esmolas dos devotos, em 1742, possui uma planta octogonal e no seu interior existe a imagem do oráculo em pedra de Ançã, policromada. Reedificação do século XVIII de outra capela mais antiga (do século XVI), Capela de S. Sebastião está situada no pequeno largo do mesmo nome. No interior, possui um retábulo dos finais do século XVIII, inícios do século XIX, branco e dourado, testemunho da transição do Rococó para o novo estilo, o Neoclássico.
sábado, 6 de setembro de 2008
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Viseu é uma das cidades com menos geminações... mas muito procurada
A cidade de Viseu vai geminar-se com a de Haskovo, localizada no distrito com o mesmo nome, na Bulgária. O protocolo vai permitir o estreitamento das ligações entre ambas as urbes, assim como o estabelecimento de intercâmbios ao níveis social, educativo e económico.Para o município viseense, são grandes as expectativas em relação a esta parceria.
Para o presidente da Câmara, Fernando Ruas, trata-se de uma cidade "muito parecida com a nossa" e com muitas potencialidades, uma vez que faz parte da União Europeia. Apesar de ainda apresentar algumas carências e de a língua ser bastante diferente, o autarca considera que vai ser bastante provável haver jovens viseenses a deslocarem-se até Haskovo, para trabalhar.
Por outro lado, Fernando Ruas destaca o facto de haver, já actualmente, uma comunidade significativa de cidadãos búlgaros a residir no distrito.
Em contrapartida, anunciou o autarca, está prevista a visita de uma comitiva de empresários daquele país a Viseu, sobretudo com o intuito de conhecerem o trabalho que se tem feito na área das energias renováveis.
Outros nomes
A cidade de Hascovo vem juntar-se a Marly-le-Roy (França), São Filipe (Cabo Verde) e Lublin (Polónia). No leque das consideradas "amigas e irmãs de Viseu" - e que serão recordadas no próximo dia 14, na Feira de S. Mateus - estão ainda Oviedo e Cidade Rodrigo (Espanha), Aveiro, Santa Maria da Feira e Vila do Conde (Portugal). Em relação a Arezzo (Itália) está pendente o processo de geminação. A este propósito, Fernando Ruas explica que o facto de a cidade, "que é muito parecida com Viseu, estar sempre a mudar de administração faz com que a situação esteja no impasse e levou o município a questionar se persiste o interesse em estabelecer o protocolo.
Outras possibilidades
Com quatro parcerias neste campo, Viseu é uma das urbes com menos geminações. Esse facto fica a dever-se "a uma questão de política", embora o autarca reconheça que há vários locais que já mostraram a vontade de fazerem a parceria.
O município prefere, no entanto, "não se precipitar".
Em 2004, foi levantada a possibilidade de se estabelecer a cooperação com Erlinger, na Alemanha, com o intuito de se procurarem pontos de contacto com o núcleo urbano que está a servir de modelo à criação da universidade pública.
Na altura, o edil realçou que "teremos tudo a ganhar, se conseguirmos saber, em pormenor, como é que a municipalidade de Erlinguer compagina a sua acção com a estrutura universitária nela sediada. Nomeadamente as áreas de cooperação que transformaram a cidade e a universidade num todo compacto a que se associa o empresariado local".
texto in Diário de Viseu (05-09-2008)
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quinta-feira, 4 de setembro de 2008
"Noite" em Viseu
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Obra emblemática do Programa Polis entrará em funcionamento em Março
O funicular, uma das últimas obras do Programa Polis que ainda falta concluir - a outra é a requalificação da Cava de Viriato - deverá começar a circular entre o recinto da Feira de S. Mateus e o Centro Histórico de Viseu a partir de Março do próximo ano.
O anúncio foi feito ontem, pelo presidente da autarquia viseense, Fernando Ruas, durante uma visita às obras que teve como objectivo dar a conhecer o andamento dos trabalhos de uma das intervenções mais onerosas - cerca de 5,2 milhões de euros - e mais emblemáticas realizadas nos últimos anos na cidade.
O edil não teve dúvidas em afirmar que o funicular, constituído por duas carruagens, será um grande pólo de atracção em termos turísticos, além de contribuir para o objectivo do município de devolver a parte antiga da urbe aos peões, retirando aos poucos os carros das ruas que a atravessam.
Além disso, uma das poucas vias ainda não requalificadas naquela zona também está a ser alvo de melhorias, mais concretamente a Rua Silva Gaio, onde a calçada à portuguesa, dará lugar a placas e cubos de granito melhorando a sua utilização por parte dos automóveis e dos peões. Enquanto que os fios da electricidade e das telecomunicações são retirados do ar para serem enterrados e as tubagens do saneamento básico são substituídas por novas.
Assim que o funicular estiver a funcionar, a Câmara espera conseguir chegar a acordo com os proprietários dos restaurantes, bares e lojas e os responsáveis dos museus localizados no centro histórico, no sentido de estes incentivarem as pessoas a deixarem os seus carros junto ao recinto da Feira de S. Mateus e fazerem os últimos 400 metros da sua viagem no novo meio de transporte não poluente.
"Pode ser que até ofereçam o bilhete" sugeriu o vice-presidente do município, Américo Nunes.
in Diário de Viseu (04 de Setembro de 2008)
terça-feira, 2 de setembro de 2008
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Drogaria Moderna oferece produtos de “outros tempos”
Há lugares assim, que permanecem com a mesma filosofia de trabalho, os mesmos princípios, o mesmo tratamento aos seus clientes e até os mesmos produtos
Não porque precisasse de ir às compras, ou de algum produto em especial, no entanto subi a rua do Comércio e parei defronte a uma loja. Não é uma loja comum e, provavelmente podia até passar despercebida entre as outras lojas de comércio que decoram aquela rua, mas isso não acontece se olharmos com mais atenção… Uma voz amável diz-me "Bom dia, simpatia. Em que posso ajudá-la?". É impossível ficarmos indiferentes a estes cumprimentos tão amáveis que se confundem com amizades de longos anos.
Uma loja como havia antigamente
Por trás do balcão está o senhor Carlos Almeida. "Podia ter um 'Dr.' antes do nome, mas portei-me mal na escola comercial (risos) e de castigo vim trabalhar para aqui". A loja, agora dele, foi um negócio começado por familiares.
Hoje em dia, nem precisamos sair de casa para ir às compras. Instalados confortavelmente na nossa casinha podemos encomendar pela internet ou pelo telefone o que faz falta na despensa. Essas são as comodidades do mundo moderno. Mas o que a Drogaria Moderna nos oferece, em poucos lugares se encontra.
Ao entrarmos no estabelecimento comercial, absorvemos "aquele" ambiente caseiro e o cheiro a limpo leva-nos para tempos antigos.
A montra está decorada com vários produtos, dispostos de forma ordenada. Ao lado do reparador 'Olex', aquele produto que tantas histórias engraçadas nos proporcionaram, estão os sabonetes 'Patti' e outros artigos que nos fazem recuar no tempo.
Não, não se enganou a ler, nem recuamos no tempo. Sim, são produtos que faziam parte do dia-a-dia das nossas avós e mães, mas isso não quer dizer que tenham passado de moda.
O senhor Carlos conta que apesar de os produtos terem evoluído e apareceram outros, "porque a televisão vende muito", as características mantêm-se. "Se eu mais pedisse aos fornecedores, mais eles me mandavam.
"Não são os jovens que procuram a minha loja"
Se não existissem pessoas interessadas nestes produtos, eu não os tinha à venda (risos). Claro está que não são os jovens que procuram a minha loja.
Tenho os meus clientes habituais que sabem que se tiverem um problema em casa, no soalho, uma nódoa para tirar ou uma canalização que rebentou e deixou manchas, perguntam--me, vêm ter com o Carlos da Drogaria (risos). E fazem isso porque confiam em mim, nos meus conselhos".
A loja foi renovada duas vezes, sendo a última, há três anos, mas o ambiente familiar mantém-se.
Patrícia Azevedo in Diário de Viseu (01-09-2008)
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