O primeiro post foi colocado a 4 de Maio de 2006.
A Sé de Viseu foi algo que nós vivemos, usufruímos, comungámos, preservámos. E foi – e será - um cenário esplendoroso para todos nós quando nos abeirávamos das janelas das casas onde nascemos! E crescemos!!
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
100 ANOS
Centésimo Aniversário
Faz, hoje, dia 20 de Janeiro de 2009, 100 anos, a Dnª Isabel Dias de Andrade, moradora (desde sempre) na Rua Silga Gaio em Viseu.
A centenária é Avó do, Barão da Sé, Carlos “Amadeu”.

À Tóbé (como sempre a tratamos) e seus familiares os votos de parabéns de todos os Barões pelo centésimo aniversário.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
sábado, 3 de janeiro de 2009
Rua de Viseu terá nome do historiador Alexandre Alves
O nome do historiador Alexandre Alves, que faleceu no dia 26 de Dezembro, vai ser atribuído a uma das ruas de Viseu. A inserção do nome Alexandre Alves na toponímia da cidade foi aprovada por maioria na sessão da Assembleia Municipal, de 29 de Dezembro. Para o coordenador do Grupo de Missão, Henrique Almeida, o investigador “merece ficar na toponímia da cidade, a par dos homens bons e ilustres” de Viseu.O historiador faleceu aos 87 anos, no hospital de Cascais, devido a problemas de Saúde.
Natural de Mangualde, Alexandre Alves foi director da revista Beira Alta durante 28 anos e responsável pela transcrição de milhares de documentos antigos. Figura incontornável da investigação no distrito, é a Alexandre Alves que inúmeros actuais investigadores recorrem quando iniciam algum trabalho sobre o distrito.
Embora tenha sido bancário, Alexandre Alves tentou sempre conciliar a profissão com a investigação, que fazia por simples gosto. Em Lisboa, local onde residiu vários anos, investia as horas livres na Biblioteca Nacional ou na Torre do Tombo. Já em Viseu, cidade a onde regressou após o 25 de Abril, abandonando-o cargo que desempenhava na Caixa Geral de Depósitos, dedicou-se à pesquisa na Biblioteca Municipal e no Arquivo Distrital.
Alexandre Alves terá sido o primeiro morador do Bairro do Cerrado, onde dizem os amigos até a garagem transformou em biblioteca.
O coordenador do Grupo de Missão acredita que “a palavra de Alexandre Alves irá continuar a pontuar a investigação da história local, onde sempre morou, com incansável resistência e abnegação”.
Alguns historiadores defendem que Alexandre Alves foi pioneiro na forma como conseguia ler documentos antigos e que as transcrições deixadas são uma fonte de informação extraordinária.
Para a revista Beira Alta, Alexandre Alves redigiu centenas de artigos que, em 2001, foram compilados numa obra de três volumes do Governo Civil de Viseu.
O último artigo de Alexandre Alves será publicado pela Revista do Museu Municipal de Viseu, que será apresentada no dia 14 de Fevereiro a quando do colóquio sobre a problemática judaica em Viseu.
Texto de Ana Filipa Rodrigues in Jornal do Centro de 02.01.2003
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
Feliz 2009
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
Centro histórico sofre regeneração
Uma das preocupações das cidades é a reabilitação urbana na zona histórica com o principal objectivo de voltar a atrair pessoas, comércio e serviços para dar vida aos centros que, nos últimos anos têm vindo a desertificar-se.
O Diário de Viseu foi visitar alguns edifícios
A Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU) que é constituída, em 55 por cento, pela Câmara Municipal de Viseu e, em 45 por cento, pelo Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana, (antigo Instituto Nacional da Habitação), está a fazer intervenções na zona histórica, em alguns edifícios.
O objectivo passa pela recuperação dos imóveis, modernizá-los e voltar a atrair pessoas ao centro histórico. Algumas das casas intervencionadas já têm o destino marcado e outras ainda estão abertas a possíveis propostas.
Um dos edifícios quase prontos, situa-se na Rua Escura. O edifício foi totalmente reconstruído, sendo que as pedras foram todas numeradas, recuperadas e a fachada ficou como a original. Por dentro, as alterações fazem-se sentir. O que era um edifício antigo de compartimentos pequenos e algumas divisões menos práticas, passou a ter um espaço, no rés-do-chão, para fins comerciais e os dois andares superiores constituem um apartamento. Uma sala e cozinha, no primeiro andar e, no segundo, dois quartos com respectivos quartos de banho.Um investimento de 200 mil euros num edifício que a autarquia viseense adquiriu e que a SRU projectou, acompanhou e fiscalizou a obra, tal como faz nas restantes que estão a decorrer e outras que a câmara está a negociar para adquirir.
Outros edifícios a recuperarA Casa Amarela, junto ao Teatro Viriato, é um dos edifício que está a ser recuperado sob a responsabilidade da SRU. Há poucos dias foi assinado um protocolo entre as várias entidades envolvidas na recuperação do edifício, que também acolherá a Companhia Paulo Ribeiro. Um investimento de cerca de 510 mil euros.
A acolher uma associação com serviços para a comunidade, está um edifício na Rua Nossa Senhora da Piedade que poderá estar pronto dentro de, sensivelmente, dois meses e com um orçamento de cerca de 350 mil euros.
O espaço intergeracional além do aberto à comunidade será, também, sede de um serviço que beneficiará alguns viseenses, nomeadamente os mais velhos ou com mais dificuldades e pode passar por pequenas recuperações ou até a mudança de uma lâmpada.

SRU já assinou escritura da Sinagoga
No cruzamento da Rua Direita com a Rua da Árvore, o edifício que albergava a Papelaria Dias, e que terá acolhido, nos séculos XV e XVI a sinagoga da comunidade judaica de Viseu, já é pertença da SRU, uma vez que a escritura foi assinada esta semanaPara aquele espaço, a Câmara viseense destinou um museu com elementos relativos à comunidade e actividade judaica viseense. Para 14 de Fevereiro já está previsto um colóquio sobre judeus, de forma a dar início a um debate sobre este assunto.
Um museu que estará ligado à rede museológica, tal como é objectivo, idêntica instituição da Casa do Miradouro, onde está guardada a colecção do arqueólogo José Coelho e onde funciona a própria SRU. Este edifício também será alvo de intervenção física, com um investimento de cerca de 400 mil euros.
Estes museus, ao integrarem a rede, juntar-se-ão ao Museu Grão Vasco, ao Museu de Arte Sacra, ao núcleo museológico da Misericórdia e à Casa-Museu Almeida Moreira. Num futuro próximo, também dela fará parte o Museu Militar, no edifício da Cruz Vermelha, junto ao Centro de Recrutamento, na Rua Direita.
Edifício para formação
Quase em frente a este edifício da Cruz Vermelha, nas Escadinhas da Sé, situa-se um outro, na esquina com a Rua Direita, que pertencia ao Lar de Santa Teresinha e que a autarquia viseense também já adquiriu. Um edifício que tem de ser trabalhado dada a sua fisionomia. O espaço comercial é relativamente pequeno e a sua estrutura afunilada constituirá um desafio para a SRU, de forma a recuperarem a casa e atraírem novos moradores e comerciantes ou, até mesmo, um serviço que, também, não está fora de questão.
Um edifício, com o serviço de formação, fica na Rua da Prebenda. Actualmente, tem dois andares mas, no futuro, terá três. O rés-do-chão e o primeiro andar terão espaços necessários para o funcionamento de um serviço de formação, na área da restauração. O auditório, com capacidade para 50 pessoas, é um dos espaços destinados a essa mesma formação.
O segundo e último andar, o que terá de novo, é destinado a habitação com a construção de um apartamento. Para este último edifício abriu, esta semana, o concurso público para execução da obra, tendo como preço base 480 mil euros.
Incentivos para regeneração
Segundo o Diário de Viseu conseguiu saber junto da SRU, o objectivo desta regeneração urbana passa por ter, novamente, capacidade de atracção de pessoas da zona histórica que se encontra cada vez mais desertificada.
Para que objectivo seja conseguido, tem que se passar, obrigatoriamente, segundo nos foi dito, por disponibilizar apartamentos de qualidade e espaços para comércio ou serviços atractivos.
A autarquia sabe que os proprietários dos edifícios na zona histórica são, maioritariamente, pessoas com alguma idade e, por vezes, com fracos recursos financeiros, assim como os seus inquilinos.
A autarquia tenta adquirir estes edifícios junto dos proprietários que não os reabilitem mas, revela que foram criados alguns incentivos para que, ainda assim, alguns possam ser reabilitados pelos donos.
Os incentivos passam pela redução de IRS para cinco por cento, tal como tem a autarquia, na aquisição de material de construção civil; isenção de IMI e de IMT, antiga SISA, até um período de cinco anos.
texto de Isabel Marques Nogueira in Diário de Viseu (26-12-2008)
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Boas Festas
Os Barões da Sé de Viseu desejam aos nossos familiares, amigos e visitantes deste Blog um Feliz Natal e Próspero Ano de 2009.
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