domingo, 28 de junho de 2009

Verão Caixa'09 em Viseu


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O Evento
O Verão é a época do ano em que os programas desportivos, culturais, musicais e de entretenimento ao ar livre se intensificam.
O Verão Caixa 09 é um mega-evento desta estação que irá transferir esses mesmos programas para algumas das praias e cidades mais emblemáticas de Norte a Sul de Portugal.
O Verão Caixa 09 vai percorrer um total de cinco cidades durante os meses de Verão, com a missão de levar às pessoas o desporto, actividades variadas e bastante entretenimento para os longos e quentes dias da estação.

Em VISEU
(Zona Desportiva do Fontelo) de 3 a 5 de Julho venha para a rua viver o Verão Caixa 09

sábado, 27 de junho de 2009

Funicular gratuito durante um ano

O engenho mecânico (funicular) que vai ligar a Feira de S. Mateus à Sé, já a partir de Agosto, vai funcionar a custo zero durante um ano. A decisão municipal, anunciada anteontem, visa promover o povoamento do centro histórico.

Os planos da Câmara Municipal de Viseu (CMV) apontam para que aquele meio de transporte comece a funcionar a 14 de Agosto, dia em que arranca a tradicional Feira de S. Mateus.
Gratuito durante um ano, o funicular levará milhares de pessoas para o centro histórico. "Vai ser uma excelente oportunidade de negócio para o comércio. Esperamos que todos os agentes envolvidos tirem proveito e rentabilizem ao máximo esta medida", avisa Fernando Ruas.
O funicular é composto por duas carruagens. Cada uma delas tem capacidade para 50 passageiros (10 lugares sentados) e dispõe de condições para o transporte de pessoas com deficiência.

A ligação de 400 metros entre a Feira de S. Mateus e o largo da Sé, pela Calçada de Viriato, será feita em dois minutos sem contar as paragens. As duas carruagens irão cruzar-se num único ponto onde os carris foram duplicados.
A instalação do engenho mecânico, investimento de 5,2 milhões de euros, foi o último projecto lançado pela Viseu Polis. A sociedade assumiu 70% do custo total. O restante foi financiado, em partes iguais, por fundos comunitários e pela autarquia.
Na mesma reunião do executivo camarário em que foi anunciada a entrada em funcionamento do funicular, foi revelado o fim do crédito às empresas detentoras de helicópteros de combate a incêndios estacionados no Aeródromo Municipal Gonçalves Lobato.
A decisão prende-se com uma dívida de 40 mil euros herdada de 2008. "A empresa contratada para actuar com os helicópteros no combate aos incêndios, que continua a utilizar o aeródromo mas já sem os meios aéreos, ainda não pagou aquele montante", revelou Fernando Ruas, que vai continuar a permitir às empresas que abasteçam, por uma questão de funcionalidade, só que a partir de agora terão de pagar na hora.
Fernando Ruas lembra que a Câmara de Viseu "cumpre a sua parte no apoio ao combate a incêndios" ao permitir às empresas de "helis" que estacionem e operem a partir de uma estrutura municipal. "Já pagámos as obras que são precisas e as horas extraordinárias dos funcionários. Não nos peçam para assumir os combustíveis", ironiza.
A autarquia adjudicou a requalificação da avenida Alberto Sampaio, e anunciou obras no mercado 21 de Agosto. Além da construção de um praça no interior, as entradas serão alargadas.

Texto de Teresa Cardoso in Jornal de Noticias de 27.06.2009

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Verão: Termalismo

Termas do interior
afirmam-se como alternativa à praia e incentivo à hotelaria
De "âncoras" do turismo a atracções não indispensáveis mas com "fortes potencialidades", as estâncias termais do interior do país são, segundo vários autarcas, uma crescente alternativa às praias e um grande incentivo à construção de unidades hoteleiras.
Com um crescimento cada vez mais acentuado a nível do bem-estar, em detrimento dos programas de saúde, o termalismo nacional tem ganho mil novos adeptos por ano, uma tendência para a qual contribuem as termas do interior, geridas por privados e/ou pelos municípios.
As Caldas da Cavaca, em Aguiar da Beira (Guarda), são exemplo de um investimento conjunto de ambos - seis décadas depois da sua abertura, a Câmara adquiriu-as em 1983, recuperou as instalações alguns anos mais tarde e em 2008 constituiu uma parceria público-privada para um projecto de criação de um parque termal, com hotel e outros equipamentos.
A estância reabriu no ano passado durante três meses, conseguindo atrair 500 visitantes, um número que o presidente da autarquia, Fernando Andrade, quer ver aumentado com o alargamento da época termal este ano (Maio-Outubro) e com a unidade hoteleira.

"Estamos a lutar pela construção do hotel, é fundamental para aumentar o fluxo de clientes, mas não tem sido fácil, até porque os apoios estatais têm sido praticamente nenhuns. Depois disso será mais fácil", diz à Lusa Fernando Andrade.
"As Caldas são a âncora do turismo do concelho, daí a nossa grande aposta neste projecto, e estou convicto de que vão trazer muita gente a Aguiar", acrescenta.
Em Idanha-a-Nova (Castelo Branco), as Termas de Monfortinho, as mais interiores do país, já motivaram a edificação de várias unidades de alojamento turístico: "É o local do concelho onde existem mais camas", revela o presidente do executivo municipal, Álvaro Rocha.
Segundo o responsável, as Termas têm a concorrência de outras atracções, como as aldeias históricas, mas isso não as impede de marcar uma "posição cada vez mais forte" na zona, sobretudo desde a sua remodelação, a cargo de privados.
"Nos últimos seis anos a qualidade dos serviços subiu muito, também através de apoios comunitários. As Termas trouxeram uma grande valorização do concelho, embora o número de serviços que lhes são exteriores não sejam tantos como se desejaria, mas temos tudo para ultrapassar os problemas", explica.
Segundo Álvaro Rocha, a proximidade com Espanha faz com que muitos "vizinhos" visitem a estância, encerrada apenas durante parte dos meses de Janeiro e Dezembro.

Para o presidente da Câmara de Viseu, Fernando Ruas, a possibilidade de ter uma época termal extensa, independente da meteorologia, é uma das grandes mais-valias destes equipamentos.
"É uma aposta alternativa ao turismo de praia com a vantagem de poder ocorrer todo o ano. É um sector em grande desenvolvimento, tem trazido muitos utentes", afirma, referindo-se às Termas de Alcafache, geridas por uma empresa familiar.
Fernando Ruas diz que este local poderá não estar entre as primeiras atracções do município e que os seus efeitos não estão quantificados, mas adianta que "tem impacto" no turismo e no comércio local e é um equipamento com "potencialidades e futuro", sendo alvo de vários projectos, como um hotel.


Agência Lusa (22-06-2009)

domingo, 21 de junho de 2009

Cavalhadas de Vildemoinhos: Uma festa sempre nova

Quarta feira, 24 de Junho de 2009
Cavalhadas!...
Em Vildemoinhos já ninguém se lembra do princípio. Não espanta, já que quatro séculos, quase, são volvidos. A primeira festa foi feita para responder a uma promessa que os habitantes de então juraram que se havia de cumprir pelo tempo fora até ao fim do mundo. É uma história antiga que toda a gente sabe. Passou-se na aldeia com velhos moleiros a quem roubavam, noite fora, a água da Ribeira para os moinhos que precisavam de moer.
Diz a tradição que fizeram uma queixa ao tribunal do Rei e que escolheram como defensor o patrono da capela, S. João. Pagariam, se vencessem a causa cometida, com romagem à capela que o santo tinha na Carreira, na margem de Viseu.
Decretou o Rei que as águas do Pavia pertenciam no Verão apenas aos moleiros. E na manhã de S. João fez-se então a primeira Cavalhada. E esta herança que apenas se escreveu no coração, foi passando, ano a ano, memória dos avós, exemplo de pais, preito de honra que ninguém deixa morrer.

Manhã de S. João.
Mordomos a cavalo e o alferes da bandeira correm à capela para cumprir o voto. Voltam depois e regem o Cortejo que há-de atravessar a cidade inteira, tal foi também o prometido. Vêm os moleiros trajando fantasias. Antes vinha o povo com ramos e bandeiras, carroças com a merenda juncadas de flores.

É outro tempo.
Vêm os Tambores, as Filarmónicas, os Ranchos Folclóricos, as Fanfarras, Majoretes, os Gigantes e os Carros alegóricos, um mundo de arte e de prazer para o olhar. A cidade inteira vem à rua para ver. Vem gente de aldeia, aos mil, só porque a festa lhes toca o coração.

Depois há ainda o arraial, o pinheiro a arder e todos a dançar, há missa e procissão. Há a festa, muitos dias, sem parar. Cumprida outra vez a herança dos avós.


Texto de Alberto Correia in Jornal do Centroed. 379, 19 de Junho de 2009

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Placas em acrílico indicam percursos alternativos para cidadãos portadores de deficiência

Os cidadãos portadores de deficiência motora podem contar, a partir de agora, com informações que lhes permitem uma maior mobilidade no centro histórico de Viseu
O centro histórico de Viseu já está dotado com informação que ajuda à mobilidade de deficientes motores. Em vários pontos da zona antiga da cidade, foram colocadas placas em acrílico com a planta gravada dos percursos alternativos que os cidadãos podem utilizar. A informação aponta o traçado da zona envolvente, com demarcação a vermelho do percurso mais próximo para ultrapassar os obstáculos - escada ou rampa demasiado inclinada.

"Pretende-se com esta acção, informar todos os transeuntes com qualquer incapacidade motora e inclusivamente, cidadãos com carrinhos de bebés, de trajectos alternativos para evitarem a subida/ descida de escadas, garantindo, assim, uma cidade mais inclusiva", explica a Viseu Novo, SRU - Sociedade de Reabilitação Urbana, empresa responsável pela implementação no terreno do projecto de melhoria das acessibilidades na considerada Área Crítica de Recuperação e Reconversão Urbanística.
De recordar que a SRU informou que vão ser gastos cerca de 100 mil euros na melhoria das acessibilidades na área crítica da cidade.
Uma decisão tomada após ter sido feito um levantamento das barreiras arquitectónicas existentes no centro histórico de Viseu.
Entre os problemas detectados, estão "alguns pavimentos, nomeadamente algumas calçadas mais toscas, o acesso a alguns edifícios ou o facto de existirem ruas sem passeios ou onde este é apenas simbólico", conforme lembrou, na altura, Américo Nunes, presidente da SRU e vice na autarquia viseense.
"Pretende-se promover uma comunidade inclusiva, evitar assimetrias, promovendo a acessibilidade", sublinhou o número dois da edilidade.
Diário de Viseu de 12.06.2009

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Distrito de Viseu

O Distrito de Viseu é um distrito português pertencente, na sua maior parte, à província tradicional da Beira Alta, mas incluindo também concelhos pertencentes ao Douro Litoral e a Trás-os-Montes e Alto Douro. Limita a norte com o Distrito do Porto, o Distrito de Vila Real e o Distrito de Bragança, a leste com o Distrito da Guarda, a sul com o Distrito de Coimbra e a oeste com o Distrito de Aveiro.Área: 5007 km² .


População residente (2006): 394 844. Sede de distrito: Viseu.


Foi fundada por Conde Miguel e sua esposa Maria logo depois eles foram para o Brasil em busca de riquesas e logo formaram uma outra cidade de Viseu so que no Pará eles tambem possuiram seringais.

O distrito de Viseu subdivide-se nos seguintes 24 municípios:

Armamar
Carregal do Sal
Castro Daire
Cinfães
Lamego
Mangualde
Moimenta da Beira
Mortágua
Nelas
Oliveira de Frades
Penalva do Castelo
Penedono
Resende
Santa Comba Dão
São João da Pesqueira
São Pedro do Sul
Sátão
Sernancelhe
Tabuaço
Tarouca
Tondela
Vila Nova de Paiva
Viseu
Vouzela

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Académico


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Numa semana em que o Académico de Viseu Futebol Clube joga a subida à 2.ª Divisão Nacional, recordamos aqui dois momentos do Clube Académico de Futebol (1978 e outro de 2004). Em 1978 a glória de um clube, de uma Região. 2004 a agonia que viria a levar ao falecimento do CAF o ano a seguir.