quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Rancho prato típico no mapa nacional da gastronomia

O rancho de Viseu (prato típico) "vai ser conhecido" e "entrar no mapa nacional da gastronomia tradicional". O desejo foi ontem manifestado pelo presidente da Câmara de Viseu durante a apresentação da "Rota do Rancho", uma iniciativa que vai durar três dias e em que o ingrediente principal é o prato típico que vai estar a ser confeccionado em 22 restaurantes da zona histórica de Viseu. De amanhã a domingo, além da gastronomia, o centro histórico da cidade vai ainda ser palco de muita animação com a comemoração do Halloween.
A "Rota do Rancho" tem dois objectivos primordiais. Segundo o presidente da autarquia, que se associou à Associação Comercial do Distrito de Viseu nesta iniciativa, a primeira é a da "recuperação desta iguaria". "À semelhança de outras cidades, como por exemplo o Porto e as tripas, também Viseu tem o seu prato típico que deve ser promovido", salientou Ruas.
O segundo objectivo prende--se com "a realização de eventos apelativos" que levem as pessoas ao centro histórico.
"É importante ter um inventário de realizações para o centro histórico", disse o autarca, lembrando que são já várias as iniciativas que estão a "criar raízes", como por exemplo, a Semana Santa, as feiras à moda antiga, etc. Fernando Ruas aproveitou para dizer que a "fórmula" para dinamizar esta parte da cidade está a "aparecer".
"É importante dotar o espaço de vida, um lugar onde se possa viver, mas que também tenha uma panóplia de coisas com interesse", frisou, sustentando que o funicular tem "dado uma ajuda. "Desde que começou a sua circulação - há um mês - já foi utilizado por mais de 18 mil pessoas".
Uma "adesão positiva", salientou por seu lado o presidente da Associação Comercial. Para Gualter Mirandez, os "resultados já são visíveis".
"Aos sábados à tarde e domingos, há mais gente no centro histórico, uma evidência constatada pelos empresários da restauração", sustentou.
O presidente da Associação frisou ainda, a propósito da Rota do Rancho, a "boa adesão dos restaurantes" à iniciativa, estando "reunidas todas as condições para que esta iniciativa seja um êxito e continue nos próximos anos".
A festa da "Noite das Bruxas" também se associa a esta iniciativa, tendo direito a programação especial. Além de um concurso de montras, vai haver, na noite de 31 de Outubro, um baile de máscaras na Praça D. Duarte e animação com grupos de teatro de rua.
Texto do Diário de Viseu de 29 de Outubro de 2009

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Bombeiros de Viseu salvam gato





Em Viseu, Câmara Municipal, Bombeiros e PSP, montaram uma mega-operação para salvar, um gato.

Fernando Ruas reeleito

ilustração : Blog Viseu, Senhora da Beira

1.º PSD (Fernando Ruas) - 32.450 votos - 7 Vereadores

2.º PS (Miguel Ginestal) - 13.752 votos - 2 Vereadores

3.º CDS/PP (Mendes da Silva) - 2.740 votos

O melhor Dão dos últimos quatro anos

Há mais e melhor vinho na Região Demarcada do Dão (RDD). Condições climatéricas favoráveis concorreram para o apuro da maturação das uvas, sem pôr em causa a quantidade. A colheita de 2009 pode chegar aos 40 milhões de litros.
O presidente da Comissão Vitivinícola Regional do Dão (CVRD), Valdemar Freitas, fala numa das "melhores campanhas" dos últimos anos para os vinhos da região. "Este ano o tempo esteve do nosso lado. As condições climatéricas favoráveis que se fizeram sentir, durante o período de maturação das uvas, ajudaram a fazer aquele que esperamos venha a confirmar-se como um dos melhores vinhos dos últimos três a quatro anos", declarou o dirigente.
A par da qualidade, o mesmo responsável estima que a produção registe um aumento de 15% relativamente à campanha anterior, o que se traduzirá num total de 40 milhões de litros. "A região tem normalmente uma produção média que se situa entre os 45 e os 50 milhões. Nos últimos anos, por razões de vária ordem, tem havido um decréscimo. O ano de 2008 ficou-se apenas pelos 35 milhões de litros", explica Valdemar Freitas. A CVRD reconhece que 40 a 50% dos vinhos anualmente produzidos na região são "susceptíveis" de obter a Denominação de Origem. Uma percentagem que aumenta ou diminui, esclarece o presidente do organismo, proporcionalmente à qualidade maior ou menor da produção de cada campanha.
Dos vinhos produzidos na RDD cerca de 40% destinam-se à exportação. Os mercados prioritários, a exemplo do que sucede com outros vinhos nacionais, são Angola, Estados Unidos da América, Brasil e Canadá.
"Angola é neste momento um dos principais mercados dos vinhos portugueses, nomeadamente do Dão. É um filão em que vamos continuar a apostar, nem que para isso seja necessário um esforço acrescido de todos os intervenientes", diz, ao JN, Valdemar Freitas.
A promoção da Região Demarcada do Dão, fora de portas, levou a CVRD a partilhar com as congéneres da Bairrada e Beira Interior uma candidatura à Organização Comum de Mercado (OCM) no valor de 1,3 milhões de euros.
A candidatura tem garantido um financiamento de 65%, a fundo perdido, sendo que o restante terá de ser assegurado por capitais dos produtores de cada uma das regiões. "No caso do Dão, como o objectivo é intensificar o processo de internacionalização em curso, estamos dispostos a adiantar cerca de 50% da parte que cabe aos produtores", explicou o presidente da CVRD.
Apesar do que garante ser "um dos melhores momentos do vinho do Dão", graças a uma conjugação de factores que não exclui "o trabalho da CVRD, dos seus técnicos, dos produtores e das adegas cooperativas", Valdemar Freitas admite que a região não escapou à crise. "Calculámos uma quebra nas vendas de vinhos com Denominação de Origem, na ordem dos 9%. Era quase inevitável que isso não acontecesse".
Distribuída pelos distritos da Guarda (Aguiar da Beira, Fornos de Algodres, Gouveia e Seia), Coimbra (Arganil, Oliveira do Hospital e Tábua) e Viseu (Carregal do Sal, Mangualde, Mortágua, Nelas, Penalva do Castelo, Santa Comba Dão, Sátão, Tondela e parte de Viseu), a RDD ocupa uma área total de cerca de 388 mil hectares, sendo que 20 mil são de vinhas.
"Há um grande esforço na reconversão desde a década de 90. De então para cá, o esforço é notório. Inclusive nas adegas cooperativas, que contam hoje com técnicos muito qualificados", conclui Valdemar Freiras.
Texto de Teresa Cardoso in Jornal de Noticias de 12-10-2009

sábado, 10 de outubro de 2009

Ac. Viseu

A opinião do Acácio Braguez sobre o Ac. Viseu in Jornal do Centro de 10-10-2009

A magia do futebol: crónicas


Crónicas na Magia do Futebol !
É com grande honra que anunciamos que a partir de amanha, começaremos a publicar uma nova rubrica de opinião.
A Magia do Futebol convidou, e
Vitor Santos, aceitou.
É um privilégio contar com a colaboração de alguém que já contribuiu e muito para o crescimento do Académico de Viseu, um grande Sportinguista, mas acima de tudo uma pessoa que já fez muito pelo desporto Viseense.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Petição "Rádio NOAR - Noticiários aos fins-de-semana e feriados"

Desde o dia 26-09-2009 a Rádio NOAR, a emitir a partir da cidade de Viseu em 106.4 Fm ou http://www.radionoar.pt/, deixou de informar os seus ouvintes aos fins-de-semana e feriados. É claro que, com a compra da Rádio NOAR pelo grupo Lena/Sojormedia, também proprietário do Jornal “i”, poucos, ou talvez ninguém, esperariam que tal fosse fosse acontecer. Até porque a Rádio NOAR sempre habituou toda a região de Viseu a ser a única emissora de rádio local com noticiários aos fins-de-semana e feriados, ou seja, na NOAR as notícias não têm dia nem hora marcada, nem sequer vão de fim-de-semana.

A Rádio NOAR sempre informou a região de Viseu com uma plena demonstração de que também há profissionais a trabalhar nas rádios locais, inclusivamente aos fins-de-semana e feriados, sem que, por exemplo, os dias de Natal ou Ano Novo fossem datas que provocassem na rádio NOAR um jejum de noticiários. Como qualquer estação de rádio, a NOAR nunca vai agradar a todos, mas a verdade é que é reconhecido que desde há muito esta rádio marca a região de Viseu pelo seu trabalho jornalístico, desde os noticiários diários, directos e debates, onde todos os que aí trabalham e colaboram sempre deram o seu melhor.
Todos os que são ouvintes da Rádio NOAR sabem que sempre foi esta estação emissora a informar 365 dias por ano. Não vamos deixar morrer as notícias NOAR aos fins-de-semana e feriados! Só pedimos, como viseenses, que o grupo Lena/Sojormedia, proprietário da Rádio NOAR, não deixe morrer um projecto noticioso que muito orgulha a região de Viseu.

Antes disso, que o faça crescer.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Movimento quer candidatos a debater o centro histórico

“Desafiamos as candidaturas, ainda durante este período eleitoral, a fazerem um debate entre elas, que poderá ser mediado pelos ‘media’, no sentido de aprofundar a questão do centro histórico de Viseu”, referiu o porta-voz do movimento.
Alexandre Azevedo Pinto argumenta que “há dois anos ninguém falava no centro histórico, mas hoje os cinco principais candidatos à Câmara de Viseu têm na agenda e até como prioridade a questão do centro histórico”.
Um debate para abordar a questão da habitação, mobilidade e desertificação no centro histórico de Viseu e ainda a transferência da loja do cidadão para o ‘coração’ da cidade.
O porta-voz do movimento sublinha o facto de ter conhecimento de que “a administração central não tem capacidade financeira para investir numa loja do cidadão de raiz (no centro histórico)”, no entanto, garante que “há abertura para uma parceria entre a administração central e a Câmara de Viseu”.
Neste caso, a autarquia de Viseu teria de requalificar um espaço, “que depois alugasse, por um determinado número de anos, à administração central”.
“O desafio que lançamos é que a autarquia de Viseu pudesse realizar esse investimento, podendo eventualmente recorrer a uma candidatura ao QREN”, explicou. Alexandre Azevedo Pinto considera que, “do ponto de vista do interesse público, é uma boa solução, já que é um investimento da administração local que carece de ajudas comunitárias que é possível ir buscar, e ao mesmo tempo as rendas pagas pela administração central iriam, de alguma maneira, reverter a favor dos cofres camarários”.
“Penso que é um bom negócio para ambas as partes: uma solução interessante do ponto de vista financeiro e do ponto de vista do interesse público e da cidade”, argumentou.
Quanto à possível localização da loja do cidadão, sublinha que nunca definiram um sítio específico porque “há decisões, do ponto de vista arquitectónico e de espaço público, que carecem de alguma análise de especialistas”.
No entanto, defende que “há vários sítios possíveis”, entre os quais “o Mercado 2 de Maio, tendo necessariamente de sofrer algumas obras de requalificação”, ou mesmo “o imóvel agora adquirido pela Autarquia”




Texto in Diário de Viseu de 01.10.2009